Estreia – “At Any Price – A Qualquer Preço.”

18 de Julho de 2013

“At Any Price – A Qualquer Preço” estreia hoje nas salas de cinema nacionais, Zac Efron interpreta Dean Whipple ao lado do actor Dennis Quaid.

“A Qualquer Preço” decorre no competitivo mundo da agricultura moderna, onde o ambicioso Henry Whipple (Dennis Quaid) quer que o seu filho rebelde Dean (Zac Efron) o ajude a expandir o império agrícola da família. No entanto, Dean tem outros planos para o futuro: pretende tornar-se um piloto profissional de corrida da NASCAR. Quando uma investigação expõe o negócio de alto trisco, pai e filho são empurrados para uma crise inesperada que ameaça todo o sustento da família.

Não sabemos se o filme estará disponível em todas as salas de cinema pois trata-se de um filme distribuído pela ZON Lusomundo Audiovisuais. Se forem ver o filme ao cinema enviem para efronzfan@gmail.com a vossa opinião acerca do mesmo e da interpretação do Zac Efron, sem spoilers. Obrigado.

Publicado por: Juliana
Categorias: At Any Price, Filmes, Portugal
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THE EXHIBITIONIST BLOG – “AT ANY PRICE”.

18 de Junho de 2013

O website “SF Weekly”, na sua coluna “The Exhibitionist Blog”, falou sobre o mais recente filme de Ramin Bahrani – “At Any Price“. Vê aqui o que eles disseram sobre o filme.

A inspiração para o mais recente filme de Ramin Bahrani, “At Any Price“, veio da leitura de livros ‘best-sellers’ do especialista de comida, Michael Pollan, como o “The Omnivore’s Dilemma e “In Defense of Food”. Bahrani, apresentado pelo falecido, grande crítico de cinema Roger Ebert como o “diretor da década” de filmes como “Chop Shop”, “Man Push Cart”, e a uma história curta narrada por Werner Herzog, “Plastic Bag”, começou uma amizade de e-mail com Pollan e perguntou-lhe sobre as apresentações para os agricultores, como George Naylor, que foi retratado em “The Omnivore’s Dilemma”.
Bahrani, então, passou cerca de seis meses em Iowa, vivendo com os agricultores e vendo-os a supervisionar os seus negócios multimilionários como pesquisa para “At Any Price”. No filme, Dennis Quaid faz de um agricultor e vendedor de sementes da GMO. Zac Efron interpreta o filho rebelde que prefere os carros de corrida a se juntar ao império agrícola do seu pai. Bahrani diz que Pollan deu uma ajuda inestimável.
Ele leu o guião,” diz Bahrani. “Pedi-lhe por favor para lê-lo e me dizer se aquilo fazia sentido e ele foi gentil o suficiente para o fazer. Aquilo foi realmente simpático da parte dele porque ele é um homem bastante ocupado.
Em São Francisco, com o Quaid a fazer a divulgação do filme, Bahrani fala sobre a simpatia dos agricultores – e da enorme pressão sobre eles. As frases que ele estava sempre a ouvir eram “Expandir ou morrer” e “Luta ou sai“, e Bahrani diz que acha que esse tipo de competição negligente levou à crise financeira global e à crise da habitação.
Quaid concorda que o filme seja sobre a corrupção do sonho americano.
Basicamente, isto é o Wall Street num campo de milho de Iowa“, disse Quaid. “Não é uma história tradicional de quintas com músicas inspiradoras no fundo. É um tipo de história muito diferente, onde você acha que sabe para onde está a ir mas depois a história ainda leva algumas voltas.
Em filmes anteriores de Bahrani, ele chegou a trabalhar com atores desconhecidos, então trabalhar com estrelas como Efron e Quaid era algo novo para ele. Ele nem sequer tinha quaisquer pretensões de estrelas de cinema, disse ele, chegando a concordar em não ter um ‘trailer’, cabeleireiros, maquilhadores para os seus papéis. Falando sobre como ele admira o trabalho de Quaid em filmes como “Breaking Away”, “The Big Easy” e “The Right Stuff”, Bahrani menciona ter visto uma sala especial no North Beach bar Tosca Cafe com fotos de Quaid, na noite anterior. As fotos eram de quando Quaid estava a filmar “The Right Stuff” e o diretor Philip Kaufman trouxe-o a ele e a Ed Harris ao bar.
Foram grandes momentos“, disse Quaid.
Já que o personagem de Quaid vende sementes e quintas, tanto Quaid e Bahrani disseram que os fez pensar no Willie Loman do filme clássico de Arthur Miller, “Death of a Salesman”.
O personagem Dennis parece ser tão antipático, mas pouco a pouco começa-se a ver todas as rachas e percebe-se o porquê dele se estar a comportar daquela maneira“, diz Bahrani. “Realmente, na primeira parte do filme, ele está a fazer o papel de Henry Whipple, por isso é o Dennis a fazer de Henry Whipple a fazer de Henry Whipple, no qual é difícil.
Ele é um vendedor“, diz Quaid. “Todo o mundo em que ele cresceu e baseou a sua vida está a cair aos pedaços, mas o que ele expressa é completamente diferente. Esta é a confiança que ele tem de expressar a fim de progredir, pois o mundo não está a ajudar mais os vizinhos – é, simplesmente, vizinhos a tentar empurrar os outros para fora.

Fonte.

Tradução: Zac Efron Fan Team

Publicado por: Telma
Categorias: At Any Price, Entrevistas, Filmes
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ENTREVISTA PARA A CULTURE MAP.

13 de Junho de 2013

O Zac Efron, o Dennis e o Ramin sentaram-se com o entrevistador de “Culture Map”, à dois meses atrás, no SXSW Film Festival para falar sobre o seu filme “At Any Price“. Aqui está o que eles tinham a dizer sobre esse assunto.

CM: O que eu gostaria de vos perguntar, Zac e Dennis, é: O que acham que aprenderam por trabalharem um com o outro?

Zac Efron: É muito interessante trabalhar com alguém que cresceste a ver na televisão e sempre admiraste. Quer dizer, o Dennis é o tipo de herói “badass” Americano da minha geração. Ele estava em filmes que eu adorava ver sobre baseball, sobre querer voar para a Lua. Sobre América. Então ele é praticamente um dos meus heróis.
E quando nos conhecemos, eu acho que ouve um “click”. O Dennis é uma pessoa real. Ele é muito simples, muito direto. Numa noite, fomos jantar juntos e eu lembro-me de ele dizer “Sente e diz.” Então eu tenho de dizer, não só que foi fantástico conhecê-lo mas também que foi fantástico trabalhar com ele. Eu sinto-me como uma criança pequena que teve a sorte de estar com um homem fantástico.

Dennis: Bem, quando eu me reuni com o Ramin e ele me disse que estava a pensar em pôr o Zac como meu filho, eu disse “Sim. Acho que é uma ótima ideia.” Porque ele faz me lembrar de mim quando eu tinha a idade dele. [Risos] A única coisa diferente é que ele consegue aguentar isto tudo muito melhor do que eu.
Ele ajudou-me bastante a voltar ao mesmo caminho dele, ou seja, ter o mesmo grau de abertura. Fez me lembrar do fogo que tens dentro de ti quando tens aquela idade. E é nisso que nos temos de segurar, temos de voltar a aprender coisas para a vida. É isso que aprendi com o Zac.

Ramin: Eu lembro-me de reparar que quando nos sentavamos os três nalgum sitio, bem,  nem sempre porque nós eramos um pouco discretos, mas ocasionalmente havia um grande grupo de pessoas por causa do Zac. Já com o Dennis, também havia sempre pessoas mas eram muito mais calmas. Elas vinham ter com ele e diziam “Desculpe, senhor, pode-me dar um autógrafo?” ou mais ou menos isso. Mas com o Zac, sim, havia muita gente.
E lembro-me do Dennis estar a ver isso. Eu via algo no seu olhar, como se ele estivesse a pensar, a lembrar-se ou mesmo a aprender algo com aquilo. E lembro-me de pensar “O que será que vai na cabeça dele?”

Dennis: Lembro-me de um momento em que eu estava a fazer o “Great Balls of Fire”. Nós estavamos num lugar, eu acho que era East Arkansas or West Memphis, e houve uma altura em que estavam 400 raparigas no meu “trailer” enquanto eu estava lá. E quando eu saí do meu “trailer” elas vieram todas atrás. Tenho de te dizer, foi uma experiência assustadora. E ao ver o Zac a passar pelo mesmo, eu pensei “Bem, aqui tens, companheiro. Agora é a tua vez para passares por isso.”

CM: Ramin, o que te fez pensar em pores o Zac no filme?

Ramin: Eu vi-o no filme de Richard Linklater, “Me and Orson Wells“, e pensei que ele era muito bom no que fazia. Mas não conhecia mais nenhum filme dele, então pesquisei no Youtube também, e cheguei a ver algumas entrevistas em “talk shows” num baixo volume e quando ele se virava para o público para se rir de uma piada, eu achei que ele era, de certo modo,  sinistro.

Zac: [Risos] A sério?

Ramin: E pensei que aquilo era bom para o papel, porque eu vou também subverter o Zac. Dei-lhe um papel de uma pessoa mais sinistra, ao contrário dos outros papéis todos que ele já tivera. Além de que quando olhas para estes dois, eles parecem ser mesmo pai e filho.

Fonte.

Tradução: Zac Efron Fan team.

Publicado por: Telma
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