Premiere Europeia de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” em Londres

25 de Abril de 2019

Foi realizada ontem, 24 de abril, a premiere europeia de Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile em Londres. Zac Efron marcou presença juntamente com Lily Collins e o realizador do filme Joe Berlinger.

Cliquem nas miniaturas em baixo para conferir as fotos:

Visualizem em baixo algumas entrevistas realizadas na premiere:



Publicado por: Juliana
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“Extremely Wicked, Shockingly Evil And Vile” estará presente no Festival de Cinema Tribeca

19 de Março de 2019

O filme Extremely Wicked, Shockingly Evil And Vile será um dos grandes filmes de 2019 presentes no Festival de Cinema Tribeca, que decorre de 24 de Abril a 5 de Maio de 2019, em Nova Iorque.

O filme será apresentado no dia 2 de Maio de 2019, às 21h (Às 2h da manhã em Portugal).

Podem consultar este link para mais informações e para ver outros filmes presentes no Festival.

Publicado por: Elisabete
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“Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” é uma das grandes biografias para ver em 2019

6 de Março de 2019

Um artigo pela revista Vogue fala do filme Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile como uma das 10 grandes biografias a ver em 2019.

Deixamo-vos com a tradução de onde falam sobre o filme. Podem ler o artigo na integra aqui.

Tem havido um debate aceso à performance de Zac Efron como o assassino em série Ted Bundy, desde que Extremely Wicked, Shockingly Evil And Vile estreou no Festival Sundance em Janeiro – mas enquanto o filme de Joe Berlinger (Que será lançado no final deste ano) mostra a boa aparência e charme de Bundy, fá-lo por uma razão. A habilidade de Bundy para manipular a sua namorada Liz Kendall (Protagonizada por Lily Collins) e o público, mesmo depois das suas tendências assassinas virem ao de cima, é a chave da narrativa.

Texto original por Hayley Maitland

Publicado por: Elisabete
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Q&A de “Extremely Wicked” no Festival Sundance

14 de Fevereiro de 2019

Deixamo-vos o vídeo e a tradução do Q&A que Joe Berlinger, Zac Efron e Lily Collins deram no Festival de Cinema Sundance, no dia 26 de Janeiro, relativamente ao filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”.

Moderador: Joe, visto que a sua série “Ted Bundy Tapes” estreou recentemente, o que é que o formato ficcional deste filme permitiu explorar que seja diferente do documentário?
Joe: Sim, é estranho que tenha feito uma série do mesmo tema, que saiu ao mesmo tempo que este filme. Gostava de dizer que estava nos planos, mas acontece que ambos os projectos chegaram até mim e tudo resultou. Mas foi bastante fortuito, porque a série “Ted Bundy Tapes” é um salto para a mente de um assassino, e nós não poupamos nos detalhes. Por isso, se quiserem saber todas as coisas que o Ted fez, desde o início, e o quão mau ele era, devem definitivamente ver.
E este filme, para mim, representa o outro lado. Não estava interessado em fazer um filme sobre um assassino em série como os que já existem. Isso já foi feito de forma brilhante por tantos outros realizadores, e eu teria medo de arriscar. E, como eu disse no início, eu queria explorar o como é ser enganado. Este é um filme sobre como as vítimas se tornam vítimas, como as vítimas são enganadas. E a maioria das vítimas não sobreviveu, porque o Ted usou o seu charme para atraí-las para a sua morte. Como o Ted diz no final do filme, as pessoas querem pensar que um assassino em série aparece das sombras, com longas presas e sangue a escorrer pelo queixo. Não é assim que acontece. São as pessoas que menos se espera. Quer seja um padre que comete pedofilia, e depois vai dar a missa no dia seguinte. Francamente, um director de uma empresa poluidora, que se deita à noite, tem uma família maravilhosa e é uma boa pessoa para todos os que o conhecem, mas que sabe estar a matar 20 ou 30 mil pessoas, por não fazer a coisa certa.
Há um comportamento patológico contínuo. Queremos pensar que o assassínio em série é uma coisa diferente e bizarra, mas é o contínuo deste tipo de comportamento. E isso significa que são seres humanos em 3 dimensões. E se queremos compreender como estes humanos funcionam, temos que vê-los não como monstros de 2 dimensões, mas como seres humanos de 3 dimensões, para conseguir perceber como as pessoas se tornam vítimas. E foi isso que o filme me permitiu fazer.

Moderador: Para o Zac e a Lily – Visto que cada um de vós está a protagonizar pessoas reais, como é que isso influenciou o vosso método de preparação para o papel, especialmente tendo em conta toda a cobertura mediática?
Zac: Penso que foi muito útil para mim, eu gostei de ver. Foi assustador, muito assustador. Honestamente, eu vi mais agora com as Ted Bundy Tapes. Deviam mesmo ver o documentário, é óptimo. Mas sim, eu acho que foi interessante. Não queria chegar ao ponto de fazer uma imitação, de tentar passar por alguém que só vi em vídeos. Fiquei contente de termos os mesmos… maneirismos? Nós meio que fazemos as mesmas coisas às vezes. (Fica atrapalhado)
Lily: Carisma?
Zac: Carisma. Ok, é carisma, está tudo bem então. Mas sim, foi muito interessante. Mas eu não queria glorificar ou glamorizar o Ted Bundy, de forma alguma. O que ele fez foi horrível, e a melhor parte, eu acho – Não a melhor, mas a parte mais intrigante do personagem para mim foi no final, quando ele olha para a Liz e diz “Eu não sou aquela pessoa”, ele quer mesmo acreditar. Mas ele é. Espero ter respondido à questão.
Lily: Eu fiz o papel de Elizabeth, que ainda está viva, o que é muito raro numa vítima. Eu e o Joe tivemos o privilégio de visitar a Elizabeth e a Molly, a sua filha. Elas também visitaram o local de filmagens. Mas nós queríamos ir antes, como preparação, e sentámo-nos com ela, e ela foi buscar estes álbuns de fotos que nunca ninguém teve o privilégio de ver antes.
Então, eu e o Joe estávamos a olhar para estas imagens de um Ted feliz, e fotos que supostamente seriam de uma família feliz, mas sabendo tudo o que aconteceu, o que estava a acontecer naquela altura, foi bastante perturbador. E ela perguntou “Estarias interessada em ler as cartas de amor que ele me escreveu?”, e então ela deu-me uma capa cheia de cartas escritas à mão. E sabem quando se costumava escrever em papel, com uma canela, se carregasse muito com a caneta, dava para sentir a emoção. Eu conseguia sentir o amor e a raiva, e foi uma experiência fora deste mundo.
O facto de ela ter pedido para passar tempo comigo, para me transmitir ideias e pensamentos, foi maravilhoso. Mas ao mesmo tempo é uma linha ténue, porque há coisas que ela nunca disse a ninguém.
Ela manteve-se discreta, por razões óbvias, por isso havia certas coisas que eu queria perguntar-lhe e certas coisas que ela me queria dizer. Por isso queria prestar homenagem a isso, mas também mantê-las na minha mente.
Não olhei para imagens de corpos, não li as coisas que ele fez, não olhei para imagens sangrentas, não fiz nada disso, porque a Liz não acreditava que ele o tinha feito. Não vi nenhumas imagens, por isso aquele momento que a Liz vê aquela foto passado uma década, foi o momento que tu (Joe) me deste uma foto, momentos antes de eu ir pelo corredor. Por isso estava a ir pelo corredor e sentia toda a emoção da Liz. Por isso, preparei-me, mas ao mesmo tempo não.

Audiência: Houve alguma hesitação na interpretação do personagem?
Joe: Hesitação no casting ou hesitação por ele?
Audiência: Casting.
Joe: Não, o Zac foi a minha primeira escolha, e quando ele disse que sim, eu não podia acreditar. Eu sabia que o Zac tinha a capacidade para este papel, e senti que era uma oportunidade para ele fazer algo que nunca tinha feito antes. Mas eu tinha a certeza que ele tinha a capacidade de o fazer, e aqui estamos. O Zac é muito corajoso. Peço desculpa por dizer isto, mas ele é o ídolo adolescente para muitas mulheres, incluindo a minha filha. Ela teve uma cena no filme com ele na biblioteca e estava tão entusiasmada.
Zac: Ela arrasou!
Lily: Ela arrasou. Ela era a rapariga que se levantou e foi-se embora, de forma fantástica. Ela está a estudar em Londres, pai orgulhoso.
Joe: A minha outra filha é uma das groupies do Bundy que aqui está – Diz ‘Olá’ Sarah. Na verdade tenho de divagar por um momento, tenho uma história engraçada.
Quando a minha filha tinha cerca de 11 anos, virou-se para mim e disse – ela não o queria dizer, mas às vezes os miúdos dizem coisas. Porque na altura apenas tinha feito documentários – ela disse “Quando é que vais fazer um filme de verdade e ser legítimo?” e ainda por cima, o quarto dela, das idades de 4 a 15, tinha posters do Zac Efron por todo o lado.
Por isso liguei-lhe, ela que não queria saber dos filmes, que estuda ciência dos materiais no MIT, liguei-lhe e disse “Hey, já agora, eu sou legítimo e tu queres fazer uma cena com o Zac Efron?” e agora sou o melhor pai do mundo que alguma vez existiu. É por isso que eu queria fazer o filme.
Joe: Estamos a subverter a percepção do Zac no mundo, e para o Zac corajosamente se agarrar a isso, acho que é muito bom. Estava interessado nisso, e claro que nunca o faria se soubesse que ele não o conseguia fazer. Na realidade, toda a gente fez um óptimo trabalho, foi um esforço de grupo.

Audiência: Como é que surgiu a oportunidade de fazer o filme e o documentário ao mesmo tempo e se foi cansativo fazer os dois ao mesmo tempo?
Joe: Não foi cansativo, foi negro. Às vezes a brincar, digo aos meus amigos que se olharem para a minha filmografia, tenho dois temas: Assassínio e música. E agora tenho de ir fazer um filme de música, porque tem sido bastante negro nos últimos anos. Mas tudo aconteceu por coincidência. O Stephen Michaud, autor de “Conversas com um assassino”, enviou-nos as cassetes, ele disse que era fã do meu trabalho. Ele disse “Achas que tem alguma coisa aqui?”, eu ouvi as cassetes e achei que tinha algo especial. Isso foi por volta de Fevereiro de 2017. E depois em Abril estava a almoçar com o Michael Cooper, o meu agente na CAA e os meus outros representantes, estávamos a falar da série e que eu gostava de tentar fazer um filme novamente, um filme com guião. E o Michael Cooper disse “Porquê que não lês o guião?”. O guião é óptimo, e estou tão agradecido que apareceu na minha vida, mas aquele guião estava na lista negra de Hollywood. É um guião que as pessoas em Hollywood gostam muito, mas que por algum motivo, têm dificuldade em torná-lo realidade. Por isso o Michael sacudiu-lhe o pó, enviou-mo e disse “O que é que achas?”. Adorei imediatamente. Rapidamente falei com o Zac, e rapidamente ele disse que sim. E lendo o guião, enviando-o para o Zac, achei que eram os primeiros passos num processo de vários anos. Mas eu li o guião a meio de Abril e cerca de cinco semanas depois já tinha o Zac e a Lily, a Voltage apareceu para financiar o filme. Por isso em cinco semanas já tinha um filme, sem saber do guião cinco semanas antes. Aconteceu tudo muito rápido. Toda a gente me apoiou quando estava a fazer o filme e o quando o documentário estava a ser editado. Mas na verdade foi um óptimo recurso para o filme, porque quando estávamos a reescrever o guião, qualquer parte da história que precisássemos de saber, tínhamos a equipa do documentário para nos enviar fotos, por isso trabalham bem juntos. É essa a história.

Audiência: Última pergunta: Sobre a cena com os dentes, foi uma pista?
Joe: Não, não. Há uma história engraçada. Eles estavam a tirar uma foto dos dentes dele, porque o xerife reparou que num dos cadáveres das vítimas tinha uma dupla marca branca, e eles tinham uma teoria e então iam tirar uma foto dos dentes do Bundy. Por isso eles pediram uma ordem judicial e um mandato de busca à boca dele. E eles tinham os documentos e o conhecimento para lhe fazerem isso. Por isso eles tiraram fotos aos dentes dele, e essa foi a prova.
A parte fascinante deste caso é que ele é obviamente culpado, mas o caso contra ele era bastante fraco, não havia muitas provas forenses, era tudo muito circunstancial. Uma das coisas fascinantes, para mim, porque passei grande parte do meu tempo a advogar pela justiça criminal e todas as razões para uma condenação injusta, incluindo más evidências forenses, e aquela foi a primeira vez que uma evidência com marcas de dentes foi alguma vez utilizada num julgamento. E esse tipo de evidência foi revelada como uma ciência geral e nunca seria aceite em tribunal hoje em dia. Mas aquela foi a evidência que os jurados acharam a mais esmagadora e persuasiva, mas se ele fosse julgado hoje em dia, não tenho a certeza se seria condenado, o que é assustador.
Zac: Obrigada a todos. Adoro-vos, obrigada!

Podem ver o vídeo do Q&A aqui em baixo:

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“Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” no Mammoth Film Festival

11 de Fevereiro de 2019

Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile foi apresentado este sábado, 9 de fevereiro, no Mammoth Film Festival. Para além de estrear no festival, o filme recebeu um prémio do Grande Júri e o Zac Efron recebeu o prémio de Melhor Ator.

Publicado por: Juliana
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Netflix compra os direitos de distribuição de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”

8 de Fevereiro de 2019

A Netflix adquiriu os direitos de distribuição do filme Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile. O negócio foi fechado no final do Sundance Film Festival por $9 milhões de dólares, e vai incluir os direitos para os Estados Unidos e alguns territórios internacionais.

Contudo a nossa equipa pode confirmar que a distribuição do filme nos cinemas portugueses será feita pela Cinemundo, mas até ao momento não existe data de estreia confirmada.

Publicado por: Juliana
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Críticas ao filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”

5 de Fevereiro de 2019

Depois da estreia de Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile no Sundance Film Festival foram escritas várias críticas ao filme, assim como à interpretação do Zac Efron no papel de Ted Bundy.

Leiam em baixo a tradução de alguns excertos.

The Hollywood Reporter:

“Não quero dizer que o Zac Efron nasceu para interpretar Ted Bundy, mas o ex-galã adolescente de High School Musical é mais do que um pouco convincente como o sedutor, prolífico e diabólico assassino em série.”

JoBlo

“Dar o papel de Bundy a Efron é inteligente […] Ele sempre foi um bom ator e está claramente a aproveitar esta oportunidade para se mostrar, e é o desempenho dele que, no final das contas, torna este filme em algo imperdível.”

Collider

“Efron é perfeito no filme, entregando o melhor desempenho da sua carreira até agora. Ele incorpora Bundy com um charme inegável e simpatia, mas nunca inclinando a balança para glorificar o homem. O que é brilhante sobre o desempenho dele é como ele subtilmente deixa o público entrar na fachada que Bundy está a colocar. Podes ver que ele é encantador, claro, mas também podes dizer que algo se esconde bem debaixo daquele sorriso que é uma riqueza de ansiedade e raiva.”

Variety

“Então, que tal se saiu o Zac Efron como Bundy? Acho que ele saiu surpreendentemente bem: controlado, magnético, audacioso, comprometido e assustadoramente correto. Com o seu cabelo mais longo numa espécie de Bert Convy, Efron parece bem, ele usa o seu carisma insidioso para nos agarrar desde o inicio […] Ted é um tipo de ator, um maníaco a desempenhar um papel, mas a fazer isto com tanta sinceridade e talento que não é apenas um papel. É a pessoa que uma parte dele quer ser.”

We Live Entertainment:

“Um conto hipnotizante de um homem carismático e a natureza encantadora do seu charme, apesar do monstro que vivia dentro dele. Efron dá uma performance que pode mudar o resto da sua carreira e deixa o público atordoado.”

Little White Lies:

“A estrela do filme é, sem dúvida, Efron, que capta o charme e traço manipulativo que permitiu Bundy de assassinar mais de 30 mulheres em sete estados ao longo de um período de quatro anos. É uma performance teatral e absorvente que funciona em parte por causa da celebridade culta de Efron, mas também porque ele consegue transmitir algo escuro e sinistro à espreita sob a superfície polida.”

/Film:

“Bundy é interpretado por Zac Efron, e enquanto o ator é um pouco bonito demais para interpretar o personagem, ele prega a peça de uma forma absolutamente estranha. É uma performance transformadora – Efron assume os maneirismos de Bundy perfeitamente, a ponto de não parecer mais que estamos a assistir Efron – estamos a assistir Bundy a ressuscitar da sepultura. Efron tem feito um bom trabalho em filmes há algum tempo, mas aqui, ele dá o melhor desempenho de sua carreira.”

The Wrap:

“Efron é incrivelmente convincente na interpretação mais psicologica e com camadas da sua carreira. A ‘persona’ do ator posicionou-o como a escolha perfeita para personificar o tipo de mal que se projeta sob uma fachada saudável. cuidadosamente embalada para auto-preservação de Bundy.”

We Got This Covered:

“Zac Efron tem estado muito bem recentemente, quando se trata de abandonar o seu status de galã adolescente, provando-se como um ator de comédia confiável com a ocasional parte dramática. Mas o seu mais recente papel como Ted Bundy pode colocar essa imagem de ex ator da Disney a descansar para sempre.”

Publicado por: Juliana
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