“Dentro de The Greatest Showman, o musical mais mágico do ano”

14 de Agosto de 2017

Leiam em baixo a tradução do artigo publicado pela revista Vogue sobre o filme The Greatest Showman:

Apesar de Phineas Taylor Barnum aventurar-se na política, nos jornais e no negócio da loteria, entre muitas outras profissões mais ou menos salutares, durante o curso da sua carreira altamente colorida, ele se declarou “um homem do espectáculo” por profissão, acrescentando que “todo o dourado não fará mais nada de mim”.

Para o diretor Michael Gracey, a força por detrás da visão do coração gigante de The Greatest Showman, “Barnum era o Steve Jobs ou o Jay Z do seu tempo, o empresário original, o homem do espectáculo original”. Barnum começou a sua carreira no mundo do espectáculo em 1835 – sem querer, promovendo um octogenário afro-americano cego e severamente paralisado como enfermeiro de George Washington, com 161 anos de idade, para um público crédulo e pagador – e ele morreu em 1891. Ele teve sucesso ao pressionar que um jornal publicasse o seu obituário algumas semanas antes – para que ele pudesse lê-lo.

Quem melhor para retratar essa força da natureza do que o absurdamente carismático Hugh Jackman? “É a peça de paixão do Hugh”, diz Gracey. “Ele defendeu este filme”. Os dois conheceram-se há oito anos, quando Gracey estava a filmar um anúncio no Rio de Janeiro com Jackman. Gracey ganhou o projeto quando os clientes assumiram que, como colegas australianos, ele e Jackman devem ser amigos – e no final das filmagens eles fizeram amizade. “Nós acabamos por nos juntar de forma criativa”, recorda Gracey, tanto assim que Jackman sugeriu que eles fizessem um filme juntos.

“Na euforia de uma festa envolvente”, Gracey observa com ironia, “todas as celebridades dizem isso”. Vários meses depois, Jackman realmente pediu para dar seguimento à sua promessa. Embora Barnum tenha nascido para uma família agrícola modesta em Betel, Connecticut, a sua ambição e talento “levaram ao nascimento da América moderna”, como Jackman explica: “esta ideia de que poderias ser quem tu queres ser, que não importa de onde tu vens ou em que escola andaste. Barnum usou muito a imaginação e muito a vontade e espírito mongo”.

Barnum também “contribuiu para a invenção do mundo do espectáculo”, diz Jackman, e criou a ideia da super estrala moderna sob a forma da soprana Jenny Lind, “The Swedish Nightingale”, cujos serviços ele assegurou por um assombroso $ 1.000 por um concerto para 93 desempenhos de venda. Os instintos promocionais de Barnum garantiram que Lind fosse uma celebridade mesmo antes de pousar nas costas americanas em 1850: cerca de 30 mil fãs estavam lotados nas docas para cumprimentá-la. A santa Lind – uma mulher que, segundo Barnum, teria dito, “teria sido adorada se tivesse tido a voz de um corvo” – usou os seus ganhos para financiar projetos de caridade. Mas o Showman’s Lind, interpretada por Rebecca Ferguson, é uma personagem mais complexa, e Ferguson acrescenta nuances ao complicado relacionamento profissional e romântico da cantora com Barnum no filme.

Um romance paralelo, a desafiar um conjunto diferente de tabus, é retratado por Zac Efron, como o protegido de Barnum e uma atraente jovem, interpretada por Zendaya. “Esta rapariga é o verdadeiro negócio”, diz Gracey. “Ela vai ser uma super estrela absoluta”. Jackman, que adivinha momentaneamente que foi sintonizado com Zendaya pela sua filha, a chama de “uma das jovens mais incríveis que já conheci”.

Efron, entretanto, conheceu Gracey numa reunião há vários anos antes do início oficial do projeto, e eles permaneceram amigos. O ator estava sentado no trânsito quando Gracey lhe ligou para dizer-lhe que achava que ele finalmente tinha um papel para ele. “Eu queria encostar na 405 e sair do carro para dançar”, ele lembra, e no filme ele faz exatamente isso.

Efron observa que a sua personagem “viveu as regras”. Quando conhece Barnum, no entanto, e então a artista de circo de Zendaya – num momento eletrizante de câmara lenta – a sua vida se transforma e ele experimenta um “tipo de satisfação que não é monetário, não está conectado ao status e não pode ser entregue a ti. É alegria interior. “

Quando Gracey era criança, a sua mãe, Lorenda, levou-o a ele e aos seus irmãos a todos os musicais que vieram para a cidade em Melbourne. A Sra. Gracey manteve um quarto de reposição onde os espectadores eram bem-vindos para ficar. “Era uma lenda urbana”, lembra-se o filho, “acomodação grátis e uma refeição quente à tua espera!” As noites de Gracey costumavam ser passadas a cantar músicas de espectáculos.

Mas tentar lançar um musical num clima cinematográfico orientado para as sequelas era “um engano”, diz ele. “Há uma grande parte da audiência do cinema que simplesmente não vai para um musical, então há nervosismo”, explica Jackman. “E nós estávamos no fim do orçamento – quero dizer, este é Barnum; Tu precisas superar o topo!”

Mas depois de sete anos e uma centena de lançamentos, Gracey encontrou parceiros entusiasmados na 20th Century Fox, e a busca de um compositor estava em frente. Muitos dos nomes dos compositores foram considerados, mas aconteceu que Benj Pasek e Justin Paul, frescos da sua deliciosa e retro classificação do Tony para a adaptação de A Christmas Story de 2012, se retiraram para Los Angeles para trabalhar nas músicas de um dos seus próximo musicais, Dear Evan Hansen. Enquanto lá, eles se encontraram com Gracey, e o casal ficou cativado pela sua narrativa. “Ele pode vender-te uma visão de uma maneira tão linda”, diz Paul, que cresceu perto do Museu Barnum em Connecticut e recentemente encontrou um projeto de escola primária do empresário no porão dos seus pais. “Ele contou-nos uma história que ele queria criar – e por que seria um musical”. Os escritores correram para casa para trabalhar em duas músicas antes que Gracey fosse para Londres dias depois.

O diretor estava convencido e, para ajudar a iluminar o envolvimento desses talentosos talentos, ele disse aos executivos do estúdio que Pasek e Paul “acabaram de ganhar um Tony”. A pequena mentira branca de Gracey foi profética: depois, eles ganharam não apenas um Tony (por Dear Evan Hansen), mas um Globo de Ouro e um Oscar (por La La Land). “A ideia de Michael era que o material musical seria tão precioso e provocador como o próprio guião”, diz Efron.

“A música é uma mistura de teatro musical e pop, e a coreografia mistura elementos contemporâneos e clássicos”, observa Gracey, e ele queria que a estética do filme refletisse isso. Para este fim, ele trabalhou com o designer de produção Nathan Crowley, o maestro de iluminação Seamus McGarvey e a estilista Ellen Mirojnick para criar um look Pop-Steampunk que não era fiel a nenhum período específico. Crowley canalizou a paixão de Barnum pela inovadora tecnologia e arquitetura da sua era: o trem elevado, as primeiras experiências de Nikola Tesla com a iluminação sem fio, a grande estrutura de vidro e ferro do Crystal Palace. As ruas tradicionais, Great Expectations foram abandonadas por “combinações de cores modernas” que superaram “a lacuna entre o nosso musical fictício” e o período de Barnum, diz Crowley.

Em várias áreas, a estrutura da década de 1940 tinha sido transformada milagrosamente no museu de maravilhas de Barnum: uma carruagem ferroviária bem decorada, um pub evocativo, um dormitório de escola feminina e até mesmo uma paisagem urbana miniaturizada do antigo Manhattan. Nas sombras, as paredes de tijolos foram rebocadas com cartazes corajosos anunciando as maravilhas lá dentro. Mesmo os estojos de maquilhagem estavam envolvidos em embalagens de aparência vitoriana.

Como Mirojnick se lembra, Gracey também insistiu em ignorar a autenticidade histórica restritiva e, em vez disso, criar trajes com “a panache de um ótimo editorial de moda”. Mirojnick “queria isso em sincronia com a fabulosa música moderna – Zendaya tem cabelo rosa, por amor de Deus!” Para ajudar a criar isso, Mirojnick aproveitou a ajuda do mestre tailor Birta Gábor em Budapeste e peças da Marchesa, Reem Acra e até Kleinfeld loja de noivas. E com muitas das grandes lojas de fantasias da Broadway amarradas com produções épicas (incluindo o Hello, Dolly!).

O horário de ensaio foi duas vezes maior do que muitos, de modo que “para todos os envolvidos”, explica Gracey, “tornou-se um projeto de paixão”. Depois da Election Night, o filme mudou subtilmente. “Começou como um filme sobre o poder da imaginação para um sobre nunca desistir dos teus sonhos”, diz Jackman. “Ele cresceu numa ideia mais profunda do que o que o que te torna diferente faz de ti especial. É um privilégio incrível de fazer um filme sobre inclusão e aceitação”, acrescenta Gracey.

Uma das músicas – “This Is Me” – ajuda a transmitir esta mensagem. Começou, como se lembra Pasek e Paul, como “uma pequena canção” cantada com um acompanhamento de banjo por “as estranhezas”, a tribo não convencional de artistas de Barnum. A meio do caminho para o processo de produção, Gracey perplexo com os compositores, disse-lhes que queria transformar esta música a música definitiva do filme – um número feroz e vulnerável realizado pela Bearded Woman, a estrela da Broadway, Keala Settle. “Ela bebeu um pouco de uísque” antes de executá-lo para a audição, lembra Jackman; Então ela “apresentou-se com lágrimas a escorrer pelo rosto”. Eu vi-a a entregar a música uma e outra vez, levantando o tecto de Brooklyn.

Para membros do elenco e da equipa, estes momentos de afirmação vieram em vários pontos. Mirojnick, que tinha tempo limitado para se preparar, encontrou-se “movendo-se na mesma velocidade” que as filmagens. “Foi um processo inspirador, e, embora nunca tenha tido esses obstáculos para saltar antes, eles estavam a ser libertadores”.

O avanço de Mirojnick chegou pela primeira vez quando Jackman vestiu o seu traje de leme, criado pelo maestro tailor D. Barak Stribling. “Ele tornou-se na personagem”, lembra. “Ele é uma força imparável”, acrescenta Efron. “Então, quando misturas essa paixão com Michael Gracey, a magia começa”.

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Zac Efron fala sobre Hugo Iced, fitness e muito mais

13 de Agosto de 2017

Leiam em baixo a tradução de um artigo da Vogue Alemã:

Zac Efron leva-nos a viver um dia da sua vida numa entrevista e conversa sobre o seu programa diário de desporto, cuidados e sonhos.

COMIDA E LANCHES

O pequeno-almoço varia sempre comigo. Às vezes sinto-me com vontade de comer um “pudim de queijo” ou ovos com uma porção grande de salada. Tento com excepção principalmente comer vegan. Faço a distribuição de refeições durante o dia, tenho constantemente comigo amêndoas ou verduras como o espinafre e brócolos. Gosto também manteiga de amendoim ou caju caseiro.

ESTILO E ROUPA

Uso roupas, nas quais eu próprio consigo mover-me livremente. Durante o dia, e se estou com os meus amigos, uso ténis, calças de ganga, bem como o skate debaixo do braço.

CUIDADOS

O produto mais importante e o único que uso na realidade é o protector solar. Antes de sair de casa, sempre cuidadosamente coloco o creme e uso um perfume. Qual deles? “Iced Hugo” Claro! (risos) Durante o dia gosto de fragrâncias leves que são divertidas e ainda masculinas. Acho que a diverção e a masculinidade encaixam-se muito bem e a Hugo tem feito um bom trabalho, para juntar esses dois componentes. O cheiro é tão refrescante. De qualquer forma, gosto de perfume. Ainda me lembro que, quando ainda era muito jovem, já tinha um frasco de perfume Hugo Boss – esteve definitivamente comigo oito anos.

ROTINA DE FITNESS

Já tentei quase todos os tipos de desporto. Basquetebol é definitivamente um dos meus favoritos… e gosto de correr. Quando estou a viajar gosto de ir nadar ou fazer exercício no ginásio do hotel.

SONHOS E O FUTURO

Existem ainda milhões de sonhos, quero escalar no futuro! Gostaria de caminhar a trilha dos Apalaches, completar o Iron Man e fazer mais filmes. E em geral quero fazer os outros felizes – é a minha missão mais importante!

Leiam em baixo a tradução de um artigo da Stylight:

Os seus olhos azuis são a primeira coisa que chamam a atenção. E em seguida uma deliciosa fragrância. Tem um cheiro fresco, desportivo, um pouco de limão e maçã. Como o novo perfume Hugo Iced, cujo novo embaixador é o Zac Efron.

Zac, és a nova cara da Hugo Boss. Abusas do novo perfume Hugo Iced ou nem por isso?

Coloquei um spray de perfume no meu pescoço costas e um pouco no pulso. Mas nunca demais, porque cada perfume tem um cheiro diferente em cada um. Menos é mais.

Que perfume odeias?

Não há na verdade nenhum perfume, que eu realmente odeie.

E o perfume que amas?

Adoro a fragrância Flower. E também alguns componentes no Hugo Iced são realmente saborosos. Por exemplo o limão e aromas de maçã.

A que cheira realmente o Zac Efron?

Cheiro a protector solar. Todos me ligam a certos odores como a felicidade e belas experiências.

Que cheiro provoca euforia em ti?

O mar. São fascinado por esta conexão profunda, das pessoas com água. Sempre que sentir o cheiro do oceano, vou-me sentir bem e saber que estou em casa.

Existem diferenças, se estás em Los Angeles, na Ásia ou América do Sul?

Sim, claro. Às vezes o oceano tem um cheiro quente, às vezes frio e às vezes podes sentir o cheiro, que está repleto de tubarões (risos). Recebo alguns dos meus piores acidentes de surf com o oceano, mas também alguns dos mais belos momentos da minha vida. Portanto, o oceano é a fragrância mais importante para mim.

Ligas a tua carreira de ator com uma fragrância?

Claramente, há muitas coisas que associamos com um cheiro. Eu por exemplo, Nova Iorque, onde fiz muitos filmes.

Tens um belo corpo e os homens invejam-te por isso. Tens alguma dica de beleza para homens?

Usem mais protector solar. Isto é muito importante.

E como ficas motivado para o ginásio?

O treino faz parte do meu estilo de vida, dá-me uma sensação melhor. Todos podem começar com algo pequeno ou treinar duas vezes por semana.

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“Baby Driver” passa “Baywatch” no Box Office português

7 de Agosto de 2017

Artigo publicado por IGN:

Baby Driver: Alta Velocidade entrou diretamente para o primeiro lugar do box office nacional, ultrapassando Baywatch: Marés Vivas nas preferências dos portugueses durante o último fim-de-semana.

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas registou uma acentuada queda para o quinto lugar, depois de na semana passada ter estreado diretamente para a segunda posição.

Carros 3 manteve-se no terceiro posto, a terceira semana consecutiva que a aventura da Disney se mantém no pódio. Podem conferir a lista dos 10 mais requisitados pelos portugueses nas salas de cinema.

  1. Baby Driver – Alta Velocidade – € 161.751
  2. Baywatch: Marés Vivas – € 145.031
  3. Carros 3 – € 117.952
  4. Gru – O Maldisposto 3 – € 99.632
  5. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas – € 97.846
  6. Dunkirk – € 95.446
  7. De Braços Abertos – € 68.562
  8. Assalto ao Shopping – € 25.395
  9. Planeta dos Macacos: A Guerra – € 24.320
  10. Homem-Aranha: Regresso a Casa – € 22.767
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“Baywatch: Marés Vivas” na frente do box office português

31 de Julho de 2017

Artigo publicado por IGN:

O fim-de-semana de estreias em Portugal foi dominado por Baywatch: Marés Vivas, que subiu da segunda para a primeira posição, depois de na passada semana ter sido suplantado por Carros 3.

O filme do Luc Besson, Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, entrou diretamente para a segunda posição, com € 178 mil de box office, atirando Carros 3 para o terceiro lugar. O mais recente filme do realizador Christopher Nolan, Dunkirk, caiu de terceiro para quarto, passando de € 243 mil para € 162 mil de box office.

De seguida, podem conferir o Top 10 dos filmes mais rentáveis nos cinemas nacionais:

1. Baywatch: Marés Vivas – € 219.731
2. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas – € 178.372
3. Carros 3 – € 177.089
4. Dunkirk – € 162.719
5. Gru – O Maldisposto 3 – € 124.579
6. Planeta dos Macacos: A Guerra – € 62.495
7. Olha Que Duas – € 46.619
8. Homem-Aranha: Regresso a Casa – € 41.576
9. Tal Pai, Tal Mãe 2 – € 9.323
10. Lady Macbeth – € 7.386

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“Baywatch” e “Carros 3” em renhida luta pela liderança da box-office

30 de Julho de 2017

Artigo publicado por Notícias ao Minuto:

Um conta com pequena vantagem no número de espectadores, o outro leva pequena vantagem na faturação.

A última semana de bilheteiras (entre 20 e 26 de julho) trouxe-nos uma acesa disputa pela liderança.

Carros 3, filme de animação a cargo da Pixar, travou acesa luta com Baywatch: Marés Vivas, filme de Seth Gordon que dá um tom mais cómico à série que se popularizou nos anos 90.

Baywatch assumiu a liderança nas bilheteiras no que a faturação diz respeito: Foram 491.146 euros de faturação, contra os 478.360 euros que Carros 3 faturou nesta semana. Curiosamente, no que ao número de espectadores diz respeito, mantém-se uma ligeira vantagem, mas agora favorável a Carros 3. Na semana em causa, Carros 3 foi visto por 97.962 pessoas no grande ecrã, ao passo que Baywatch foi visto por 96.561.

Em terceiro lugar, e a fechar este pódio de bilheteiras, surge Dunkirk, de Christopher Nolan, que até ao final a última quarta-feira tinha sido visto por 62.744 espectadores.

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O que dizem os críticos portugueses sobre “Baywatch”?

19 de Julho de 2017

Reunimos nesta publicação dois artigos escritos por críticos portugueses sobre o filme Baywatch: Marés Vivas. Leiam em baixo as críticas:

“Baywatch: Marés Vivas” está de volta num remake que conta com um elenco bastante popular, onde se destacam Zac Efron e Dwayne Johnson. Apesar de se se enquadrar no portefólio de Zac Efron, numa combinação entre “Má Vizinhança” e o “Um Avô Muito à Frente” com um toque de praia, é Dwayne Johnson (o novo Mitch Buchannon) quem consegue a prestação mais coerente ao longo do filme.

Sempre num tom leve e animado, o filme assenta num enredo simples que faz-nos questionar como consegue ter quase duas horas de duração. Os corajosos nadadores-salvadores Emerald Bay (Flórida) – na série televisiva a praia era em Los Angeles (Califórnia) – decidem não só salvar pessoas, como destruir os negócios de Victoria Leeds (Priyanka Chopra), chefe de uma organização criminosa de tráfico de droga.

Assistimos a menos cenas de acção do que podíamos esperar, que são acompanhadas por efeitos visuais muito pouco conseguidos (talvez seja a parte mais cómica do filme). As cenas de comédia acabam por dominar o filme, sendo que os cameos e alguns gags são diluídos nas excessivas referências de Pop Culture e piadas menos conseguidas.

A classificação etária de “R-Rated” (maiores de 17 anos) vai de encontro ao público que assistiu à série, onde voltamos a assistir a várias câmara lenta – quem não se recorda da Pamela Anderson a correr pela praia – e a cenas que não deixariam outra margem para uma classificação etária mais baixa.

Mesmo assim, tal como Baywatch cativava as pessoas durante o verão, este filme poderá ter algum sucesso no cinema neste Verão, mas será acima de tudo aposta na TV durante as próximas épocas balneares.

No fim, segundo Dwayne Johnson, se o público passar um bom momento não há críticas que o mandem a baixo.

Confere o artigo original ao clicar aqui.

Numa era em que a nostalgia é utilizada como combustível para uma indústria cinematográfica cada vez mais orientada para a produção em massa de sucessos seriados, era inevitável surgir uma nova versão de Baywatch, projeto televisivo dos anos 80 e 90 que sobrevivia de dois elementos: o corpo escultural das atrizes e o tom “camp” dos enredos e personagens masculinas.

Mas se o objetivo aqui era replicar no cinema a fórmula de sucessos recentes como Agentes Secundários (21 Jump Street), também ele uma adaptação de uma série de culto, o resultado fica mais próximo de um American Pie 5 nas praias californianas com um subenredo policial pateta, do que do filme baseado na série que Johnny Depp protagonizou na década de 80, e que conseguiu sobreviver por si só em duas fitas mais ou menos conseguidas.

Os primeiros minutos destas Marés Vivas mostram isso mesmo. Aos corpos das meninas e meninos que deambulam pelo grande ecrã de forma exploratória, o filme apresenta o slow motion e a forma videoclipe de marca para cativar através de uma nostalgia kitsch a geração que acompanhava a série. Porém, quando chegamos aos textos (fraquíssimos), à linguagem cinematográfica (banal) e às personagens (pouco carismáticas e irrelevantes), o filme assume-se totalmente orientado para uma audiência adolescente moderna, acabando por descambar na típica estrutura de filme de liceu, aqui trasladado para uma praia, onde não faltam os nerds, os populares, e mensagens politicamente corretas de perseverança e responsabilidade.

Repare-se nas personagens de Jon Bass, um totó apaixonado pela nova CJ Parker (Kelly Rohrbach), ou de Zac Efron, uma estrela caída em desgraça que tem de aprender a trabalhar em equipa. Depois temos The Rock, numa fórmula padronizada de herói humilde que tanto funciona aqui como em quase todos os seus filmes de ação, como o recente San Andreas. E olhe-se com atenção para o desastre que é a vilã de serviço, Priyanka Chopra, ou para a forma imbecil como a policia é aqui tratada.

Se Baywatch, a série, era um entretenimento escapista domingueiro sem grandes pretensões (como quase todas as séries do género da sua década), Baywatch (o filme) acaba por não ser nada, pois nunca funciona nem sabe o que quer ser: é uma comédia? Um filme de ação? Um policial com elementos dos dois? Nada. A única coisa que o filme sabe que quer ser é um blockbuster de verão.

Assim, estamos perante um verdadeiro desperdício de tempo e dinheiro e se procuram aqui algo de novo com o mínimo charme ou piada, então há certamente outras coisas melhores para fazer. Como ir à praia.

Confere o artigo original ao clicar aqui.

Publicado por: Juliana
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Zac Efron vai protagonizar “Extremely Wicked, Shockingly Evil And Vile”

16 de Maio de 2017

Foi ontem anunciado o próximo projeto do Zac Efron: Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile. Em baixo podem ler a tradução do artigo publicado pela Deadline:

Zac Efron será o protagonista de Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, o thriller psicológico do diretor Joe Berlinger sobre o assassino em série Ted Bundy, apresentado para Cannes pela Voltage Pictures e COTA Films, de Michael Costigan. Michael Werwie escreveu o guião, que lhe deu um prémio de Nicholl Fellowship e fez a Black List de 2012.

Este projeto é anunciado ainda antes de Efron aparecer este verão com Dwayne Johnson no filme da Paramount’s Baywatch e de em Dezembro contracenar ao lado de Hugh Jackman e Michelle Williams no filme da Fox The Greatest Showman. Berlinger é mais conhecido por co-realizar com o falecido Bruce Sinofsky, os documentários do Paradise Lost, que finalmente libertaram o West Memphis 3 de uma condenação por homicídio culposo, e Metallica: Some Kind of Monster. Berlinger e Efron começam a produção a 9 de Outubro. A Voltage financiará e tratará das vendas internacionais. CAA e UTA Independent Film Group representam os direitos domésticos.

Nicolas Chartier e Ara Keshishian vão produzir para Voltage ao lado de Costigan para a COTA Films, e a empresa de produção de Efron Ninjas Runnin ‘Wild vai produzir ao lado de Michael Simkin e Jason Barrett. Werwie e Jonathan Deckter serão os produtores executivos.

“Eu tenho tentado arranjar um projeto para trabalhar com o Zac Efron há muito tempo”, disse Chartier. “A sua interpretação dramática em Paperboy e o seu hilariante desempenho em Neighbors, continuam a impressionar as audiências e críticos igualmente como a sua versatilidade extraordinária.”

Costigan elogiou o guião e os documentários passados ​​de Berlinger na previsão de que o filme será bom. “Zac é o protagonista perfeito, ele consegue interpretar com muita profundidade e o encanto que ele tem em medidas iguais, e que lhe permitiu manipular estas mulheres de forma tão terrível. Pensamos na veia de Nightcrawler ou mesmo The Jinx, estamos a fazer um thriller psicológico que vai ressoar profundamente com o público.”

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Zac Efron fala sobre a nova campanha da HUGO BOSS

27 de Abril de 2017

Em baixo leiam a tradução de uma entrevista realizada ao Zac Efron pelo site buro247:

O que faz de uma fragrância milenar? HUGO ICED da HUGO BOSS, que tem como cara da nova campanha e embaixador da nova fragrância o ator Zac Efron.

Hunky. Esta foi a primeira palavra que me apareceu na cabeça quando o Zac Efron apareceu no ecrã do meu computador para a nossa sessão de entrevista no Google+ Hangout.

Desde o ponto de vista de um baterista adolescente até a estrela do próxima versão do clássico de Baywatch, não é difícil entender porque razão a HUGO BOSS chamou o ator para ser embaixador da sua nova fragrância, HUGO ICED. Efron representa o ideal milenar; Que grandes sonhos, trabalho duro e talento vão levar-te longe – a combinação de ameaça tripla que se encaixa perfeitamente com a natureza da água de colónia. Engarrafado com uma confiança imutável, HUGO ICED é a própria definição de fresco e ousado, infundido com ingredientes gelados, como hortelã gelada, um coração de chá selvagem misturado com zimbro e laranja amarga e notas de fundo de vetiver profundo e amadeirado. O resultado final é um cheiro jovem, mas não menos importante, que acrescenta ao legado da HUGO MAN, onde cada spray é um impulso de confiança que te leva a aproveitar o dia.

1. Qual foi o impacto por trás desta colaboração com Hugo Boss?
Acho que o tempo foi uma grande parte disto. #YourTimeIsNow aplica-se a mim; Eu estava pronto para dar este passo, e também acredito na mensagem que eles querem passar com esta fragrância. Senti que estar na vida pública, como ator, esta é uma ótima forma de utilizar as redes sociais – é algo que ainda estou a aprender – para passar uma grande mensagem à nossa geração para estes darem o primeiro passo.

2. Qual foi a parte mais memorável das filmagens da campanha #YourTimeIsNow? Que habilidades especiais trouxeste para a filmagem?
As filmagens foram muito divertidas porque filmamos como se fosse um filme. Ambos foram dirigidos por fotógrafos fantásticos. O vídeo foi particularmente interessante porque Anthony Mandler é homem HUGO. Ele é aventureiro e louco, então ele construiu este raio gigante através de dois edifícios enormes e com uma queda de 20 pés, eu estava apenas sobre ele sem plataformas – podia ter caído a qualquer momento. Filmamos a campanha toda na beira de um edifício e durante aquele momento eu estava literalmente de pé naquele feixe de construção, então tive que me equilibrar o dia inteiro. Era como estar na beira de um precipício. Foi divertido.

3. Como ator, o quão diferente é trabalhar para uma campanha de uma fragrância, em comparação com um papel num filme? E que facetas de um HUGO MAN estavas a tentar retratar?
Muito diferente! É emocionante, é novo, porque nunca fiz isto antes. A linha de fundo não é estarmos aqui apenas a promover uma fragrância incrível, para o qual estou também muito animado, mas a passar uma grande mensagem para a nossa geração – para os milenários. Ser o embaixador da fragrância, bem como passar a mensagem para assumir o controle da tua vida, não ter medo e acreditar em ti mesmo é algo da qual tenho orgulho em partilhar com o mundo. Acho que o HUGO MAN é aventureiro e divertido. Ele é alguém que não tem medo de experimentar coisas novas. Apenas se quer divertir com a vida… e cheirar bem ao fazê-lo.

4. Falando de cheirar bem, que tipo de perfumes normalmente gostas?
O meu perfume favorito… oh, wow. Hmm… Quero dizer, é HUGO BOSS, é claro! [Risos] Mas se estás a falar sobre notas, o meu cheiro favorito pode ser algum tipo de floral como hortênsias, porque elas lembram-me da minha mãe.

5. Fizeste vários musicais, dramas, comédias e agora uma ação-comédia. Qual é o teu género favorito e qual é o mais desafiador do que parece?
Todos são tão diferentes, mas acho que o meu favorito é drama. Realmente amo dramas e recentemente assisti ao filme Luz Entre Oceanos – aquele com Michael Fassbender e Alicia Vikander – e pensei que era maravilhoso. Comédia também é muito divertido de fazer. É tudo diferente,. Todos eles são muito divertidos. Sinto-me realmente abençoado por fazer parte de qualquer um. Começa a aprender coisas novas constantemente, então com a comédia começas a trabalhar com pessoas brilhantes como Seth Rogen e a descobrir o tipo de teclas que têm de humor. Quando fazes drama, começas a trabalhar com pessoas como Lee Daniels, por exemplo. Sou muito, muito abençoado.

6. Existe algo que sempre quiseste tentar fazer, mas a qual ainda não tiveste a coragem fazer?
Sempre quis completar um triatlo, ou uma maratona. Só ainda não consegui fazê-lo, mas estou determinado a terminar uma em breve.

7. Que conselho darias à tua geração sobre como aproveitar as oportunidades?
Tudo está a mover-se tão rápido no mundo de hoje e as nossas vidas estão a mover-se dez vezes mais rápido do que nunca. O meu conselho para a minha geração é recordar e retardar, tentar e fazer de cada momento precioso e não deixar a vida apenas passar-lhe ao lado.

Leiam em baixo outra entrevista realizada pelo mesmo site onde o Zac Efron fala mais detalhadamente sobre a nova fragrância da HUGO BOSS:

Não é surpresa que o talentoso ator e produtor Zac Efron seja o novo rosto da última fragrância da HUGO, HUGO ICED. Praticamente um icon por direito próprio, o carisma de Efron e lado aventuroso torna-lo o embaixador perfeito para assumir a fragrância multifacetada da marca. Tivemos uma conversa rápida com a estrela de 29 anos sobre o que faz um homem um HUGO ICED.

O tornou esta colaboração numa realidade?
A mensagem por detrás desta fragrância – que precisas de dar o teu primeiro passo no momento certo para conseguires grandes coisas. E também amo a nova fragrância, é realmente enérgica e refrescante.

O que achas que encarna um homem HUGO ICED?
O homem HUGO é aventureiro e divertido. É alguém que não tem medo de experimentar coisas novas. Ele diverte-se com a vida e não leva muito a sério.

[…]

O que achas que é tão especial na fragrância HUGO ICED?
A mensagem por detrás da fragrância – é brilhante. Ser um embaixador de uma marca de fragrâncias clássica como a HUGO BOSS deixa-me incrivelmente orgulhoso. O facto de estar na posição certa para alcançar a nossa geração é verdadeiramente uma honra e torna-o especial.

Se és fã da fragrância icónica HUGO e HUGO MAN, a HUGO ICED é definitivamente a tua melhor escolha. Com notas de hortelã gelada com um toque nítido e energizante, a fragrância é feita de multi-camadas e desenvolve com o tempo. As suas notas de coração de chá selvagem, zimbro e laranja amarga fazem uma justaposição viva, enquanto uma pitada de masculinidade está presente via vetiver selvagem para uma base profunda e intensa.

Publicado por: Juliana
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Zac Efron sobre Dwayne Johnson: “Ele é uma flor que nunca pára de florescer”

27 de Abril de 2017

Zac Efron falou recentemente com a Entertainment Weekly sobre a sua próxima estreia de cinema, Baywatch, filme onde o mesmo contracena ao lado de Dwayne Johnson, em baixo leiam a tradução do artigo:

Zac Efron tem a maneira perfeita de descrever o seu colega de Baywatch, Dwayne Johnson, “Ele quanto mais tempo passa melhor fica, como uma flor que nunca pára de florescer”, e a maneira perfeita para descrever Baywatch em si “É como um high-five do verão!”.

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Johnson aparece com o dever de interpretar Mitch Buchannon, o líder dos salva-vidas, e Efron interpreta Matt Brody, um ex atleta olímpico trazido da rehab para a praia para limpar a sua imagem. Aqui, Efron fala sobre como foi interpretar o seu arrogante personagem, trabalhar com o The Rock, e como foi preparar-se para o filme.

O que te fez querer entrar em Baywatch?
O projeto pareceu-me impressionante, sempre amei o The Rock, e conhecei Baywatch. Pareceu-me algo que seria muito divertido de refazer e amplificar. Baywatch parecia que precisava da sua vez de crescer, e tivemos a oportunidade de torná-lo mais divertido, dar-lhe mais vantagem e fazer um bom filme de verão… Foi emocionante fazer parte desta equipa. É uma grande fuga, e é apenas hilariante.

Os salva-vidas assumem apanhar uma grande organização criminosa. Isto não é o que eles costumam fazer…
Basicamente, a vilã Victoria, interpretada pela Priyanka Chopra, aparece e coisas estranhas começam a acontecer. Ela é apenas uma excelente, excelente vilã, ninguém sabe a colher com ela. Ela é definitivamente sombria. Há mais drogas a ser contrabandeadas na cidade do que nunca, e esta é a baía do Mitch. Esta é a sua baía, a sua zona. Ele ama este local mais do que a sua própria vida, e ele não vai deixar ninguém entrar ou estragar isto, então somos recrutados para apanhá-los e isto é muito além do que os salva-vidas fazem.

Vamos falar sobre o Matt. Já interpretantes personagens arrogantes antes, mas onde se encaixa o Matt?
Este é definitivamente um dos mais parvos e arrogantes que já interpretei. Ele tem muito orgulho das suas medalhas de ouro.

Interpretas-te-o tendo em mente algum atleta olímpico?
Não… talvez Michael Phelps? Filmámos o filme inteiro antes de qualquer dos Jogos Olímpicos acontecer.

Então irias com o Phelps, mas não com o Ryan Lochte, que tem uma reputação um pouco diferente?
Sim, qualquer semelhança com qualquer nadador é 100% coincidência. [Risos]

Já conhecias o Dwayne antes de fazer este filme com ele. Qual foi a melhor parte de trabalhar com ele pela primeira vez?
O engraçado é que somos claramente muito diferentes. Ele é um homem engraçado. Ele está sempre a expandir, e ele melhor com o tempo, como uma flor que nunca pára de florescer. [Risos] Foi divertido entrar e realmente conhecê-lo como um homem que é duas vezes o meu tamanho e tem não tem medo de nada. Nunca conseguirás lutar com este homem na vida real. Mas foi ótimo, ele foi fantástico. Ele interpreta um grande Mitch, e eu faço um … [risos] bom parceiro. Nós temos que juntar-nos no final para fazer a mágia acontecer, e estes são os dois homens com os maiores egos do mundo. É a última coisa que achas que vai acontecer, mas realmente leva-nos a juntar para em conjunto realizar a nossa missão.

Pelas imagens que já vimos, parece que tu levas muitos murros no filme. Seth disse que fizeste a maioria das tuas acrobacias. Qual foi o mais difícil de conseguir?
[Risos] Há tanta ação neste filme, é cheio de ação! Parecia que estávamos a treinar constantemente para algum tipo de stunt ou sequência de ação, e há um monte de coisas grandes e fantásticas que tivemos que fazer.

Como foi usar os saltos alto?
Levei isto muito a sério. [Risos] Literalmente, não sei como as mulheres fazem aquilo, é preciso ser muito forte para andar o dia todo assim. Eu chorei por dentro.

Publicado por: Juliana
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Zac Efron: “A tua vida começa quando sais da zona de conforto”

25 de Abril de 2017

Em baixo leiam a tradução para português do artigo publicado por PureTrend:

Aos 29 anos, Zac Efron é o novo embaixador da HUGO MAN e HUGO ICED, a mais recente fragrância da HUGO BOSS. A oportunidade de ouro para o ator americano, disse o mesmo através da nossa conversa no Skype…

Confortavelmente instalado na sala de cinema do hotel Marignan, em Paris, que aguarda ansiosamente a conexão com o Zac Efron. Deve ser dito que o galã impressiona com os seus olhos azuis. E ele admite que facilmente escapa a muitos exercícios de força, e que esses estão longe de ser a única actividade que pratica: “Adoro fazer coisas diferentes como surf ou yoga, por exemplo.”

Aproveitamos a oportunidade para perguntar sobre os seus pequenos segredos de beleza: “Eu posso dizer com segurança que uso protector solar, nunca me deixa, mesmo no meu carro. E, claro, um pouco de perfume da Hugo Boss para me certificar de que não cheiro mal quando me aproximo de alguém!”

Perguntamos ainda o que ele gosta na sua aparência: “Os meus olhos, porque eles permitem-me ver os outros e observar a sua reação.”

Além disso, quando se dúvida, Zac Efron fora do seu par de óculos de sol é bem embelezado Bem, sim, os olhos são o espelho da alma, é bem conhecido.

Quanto ao seu principal defeito depois de algumas risadas, ele finalmente admite que as suas mãos são tudo menos doces e é muito propenso a calos. Além deste pequeno detalhe, Zac Efron não hesitou em dizer: “Sou uma pessoa normal e estou orgulhoso. Para alguns, certamente devo parecer ser um nerd ou o rapaz que apareceu em ‘High School Musical’, mas não me importo, assumo tudo o que fiz até hoje e de que ainda estou à procura dos meus sonhos. E é exactamente por isso que não sou perfeito.”

E isto é exactamente o que o levou a assumir o papel de embaixador da HUGO BOSS, para passar a mensagem da nova campanha: “Acho que a nossa geração passou por um período difícil, mas isto só nos faz unir e lutar pelos nossos sonhos ainda mais. Agora é mais importante do que nunca.”

Publicado por: Juliana
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