Sejam bem vindos ao site Zac Efron Portugal, desde 2008 a apoiar o ator Zac Efron em português. Neste site, criado por fãs, podem encontrar as últimas notícias, fotos e vídeos dos projetos profissionais e pessoais do ator.

Explorem o conteúdo do site, descobram mais acerca do Zac Efron e da equipa do site, e naveguem no mar de fotos que temos disponíveis na nossa galeria!


05/11/2019

O filme vem dos cineastas Glenn Ficarra e John Requa, de ‘Crazy, Stupid, Love’ e ‘I Love You Phillip Morris’, que estão a dirigir um roteiro de Scott Alexander e Larry Karaszewski.

O projeto é baseado nm artigo de Joshua Davis publicado na revista Wired sobre a história verídica e selvagem do magnata da tecnologia John McAfee, criador do software McAfee Antivirus, que ganhou a sua fortuna, deixou a civilização e mudou-se para a selva em Belize.

No filme, o jornalista da Wired, Ari Furman (Efron), aceita o que ele acha que é uma tarefa comum para entrevistar o McAfee, mas depois que chega a Belize, ele vê-se atraído pela crescente paranóia, realidade escorregadia e assassinato de McAfee.

Charlie Gogolak produzirá o filme com Condé Nast Entertainment, Ficarra e Zaftig Films, Requa, MadRiver Pictures e Epic Entertainment. O filme tem filmagens previstas para o inicio de 2020.

Fonte



08/05/2019

Zac Efron disse em entrevista que se empenhou no papel para personificar o famoso assassino em série. “Perdi muito peso para este papel” disse o actor à Entertainment Weekly.

Na época do seu julgamento, o assassino Ted Bundy – que foi executado em 1989 – era visto como um psicopata charmoso, capaz de ganhar a confiança de todos os que o rodeavam e manipulá-los para seu próprio capricho.

Zac Efron diz que antes do filme conhecia pouco sobre a história de Ted Bundy e que a sua mãe ficou reticente ao saber do projecto.

Sabia que o nome era sinónimo de algo mau. Quando disse à minha mãe que estava a considerar o papel de Ted Bundy, ela fez um olhar assustado. Eu sabia o básico, o que esta geração sabe. Não vivemos naquela altura – mas é uma forma de explicar a história a esta geração.

Mas a minha mãe é um doce. Quando lhe disse que o filme não era uma representação do mal e das atrocidades, e que a história ia ser contada pela perspectiva da sua namorada da altura, ela ficou mais à vontade“.

O Zac Efron conta também que o ambiente era bastante diferente do processo de gravar o filme The Greatest Showman.

Era muito mais profundo e sério. O processo de gravar um filme é sempre uma aventura. Tendo obrigar-me a tentar coisas novas.

Tive de aprender a falar com uma dentadura, andava na minha bicicleta de exercícios todas as manhãs e via todo o tipo de coisas pesadas. Passámos muito tempo numa prisão. E sei que não quero voltar a passar. Foi só umas horas, mas foi chocante“.

Fez um esforço muito grande para se conseguir separar do personagem real que estava a protagonizar.

Fiz exercícios de respiração e meditação. Era a única forma. Fazia meditação transcendental a caminho de casa. Mas nunca conseguia libertar-me totalmente. Parte de mim sabia que amanhã era o Ted novamente“.

O filme Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile chega aos cinemas portugueses no dia 16 de Maio.

Fontes: Metro News, Entertainment Weekly



24/03/2019

Leiam o artigo traduzido da Deadline em baixo:

Zac Efron será a voz de Fred, e Amanda Seyfried a voz de Daphne, no novo filme Scoob, da Warner Bros Animation Group.

Tony Cervone vai realizar o filme, e Chris Columbus, Pam Coats e Allison Abbate vão produzir. Produtores executivos são Charles Roven, Richard Suckle, Dan Povenmire e Adam Sztykiel.

É a primeira vez desde o live-action de 2004 da Warner sobre os desenhos animados de Hanna-Barbera, Scooby-Doo 2: Monsters Unleashed, que o gangue Mystery Inc vai chegar ao grande ecrã. No novo filme do Scooby-Doo eles juntam-se a outros personagens do universo de Hanna-Barbera para salvar o mundo do malvado Dick Dastardly.

Anteriormente anunciados para o elenco foram Will Forte, como Shaggy, Gina Rodriguez como Velma, Tracy Morgan como capitão Caveman, e Frank Welker na voz de Scoob.

Seyfried é representada pela Innovative Artists e Frankfurt Kurnit Klein & Selz, e Efron é representado pela CAA, Alchemy Entertainment e Felker Toczek Suddleson Abramson.

[…]

Efron conta com filmes de sucesso como Neighbors e High School Musical. Recentemente, ganhou ótimas críticas pela sua interpretação como Ted Bundy em Extremely Wicked, Shockingly Evil e Vile, que teve a sua estreia mundial no Sundance e foi vendido para a Netflix. Efron faz ainda parte do elenco do novo filme de Harmony Korine. No ano passado, fez parte do elenco de The Greatest Showman.



06/03/2019

Um artigo pela revista Vogue fala do filme Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile como uma das 10 grandes biografias a ver em 2019.

Deixamo-vos com a tradução de onde falam sobre o filme. Podem ler o artigo na integra aqui.

Tem havido um debate aceso à performance de Zac Efron como o assassino em série Ted Bundy, desde que Extremely Wicked, Shockingly Evil And Vile estreou no Festival Sundance em Janeiro – mas enquanto o filme de Joe Berlinger (Que será lançado no final deste ano) mostra a boa aparência e charme de Bundy, fá-lo por uma razão. A habilidade de Bundy para manipular a sua namorada Liz Kendall (Protagonizada por Lily Collins) e o público, mesmo depois das suas tendências assassinas virem ao de cima, é a chave da narrativa.

Texto original por Hayley Maitland



26/02/2019

FACEBOOK ESTÁ A VIAJAR DE VOLTA PARA A IDADE DA PEDRA NO SEU PRÓXIMO ORIGINAL

A rede social encomendou episódios da série de animação Human Discoveries, com as vozes de Zac Efron e Anna Kendrick. Lamorne Morris, Jillian Bell, Paul Scheer e Lisa Kudrow também fazem parte do elenco.

A série, que estreia no fim de 2019, conta a história de um grupo de amigos que viveu no alvorecer da civilização humana. Eles são os primeiros a descobrir necessidades como o fogo e a roda, mas juntos também se deparam com as melhores e piores inovações da humanidade, incluindo arte, álcool, moda, racismo, conversa fiada e – muito para sua confusão – monogamia.

Human Discoveries vem dos criadores e produtores executivos Chris Bruno e David Howard Lee. Corey Campodonico e Alex Bulkley, co-fundadores da ShadowMachine, produtora da BoJack Horseman, são produtores executivos ao lado de Ninja’s Runin’ Wild. Também são produtores executivos Kirk J. Rudell, Jason Barrett, Mike Simkin, Kendrick e Zac Efron.

Fonte: The Hollywood Reporter



23/02/2019

HUGH JACKMAN COMEÇOU A TRABALHAR NA SEQUELA DE THE GREATEST SHOWMAN

O diretor Michael Gracey disse que ele e o ator australiano estão a lançar as bases para um acompanhamento após o sucesso global do filme.

O filme foi previsto para ser um fracasso, pelos críticos, no seu lançamento, no final de 2017. Mas este mostrou-se um sucesso e tornou-se o terceiro musical com maior bilheteira da história.

Jackman, de 50 anos, abriu os Brit Awards desta semana com uma atuação como a lenda do circo PT Barnum, depois de a banda sonora se ter tornado o álbum mais vendido do ano passado em ambos os lados do Atlântico.

Em Londres, para apoiar o seu protagonista, Gracey disse ao The Sun:

“Quando um filme se torna um grande sucesso como este, é natural que haja demanda por uma sequela.”

“Então, estas discussões já começaram e estamos a trabalhar num agora.”

Ainda não se sabe se o novo filme seguirá a partir do primeiro ou se será a história do que aconteceu antes.

Jackman deve liderar o elenco, mas o envolvimento de Michelle Williams, Zac Efron, Zendaya e Keala Settle não é confirmado. No entanto, a aclamada dupla de compositores Pasek e Paul provavelmente voltarão.

Gracey também falou das lutas enfrentadas durante oito anos de tentativas para fazer o filme.

“Houve grandes dúvidas sobre isto por muito tempo e alguns financiadores retiraram o seu dinheiro”.

Uma fonte de Hollywood acrescentou:

“Os críticos odiaram e foi previsto que seria um grande fracasso. Mas o poder das pessoas assumiu-se e não há uma sensação de bilheteira como esta em anos.”

Fonte: The Sun



14/02/2019

Deixamo-vos o vídeo e a tradução do Q&A que Joe Berlinger, Zac Efron e Lily Collins deram no Festival de Cinema Sundance, no dia 26 de Janeiro, relativamente ao filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”.

Moderador: Joe, visto que a sua série “Ted Bundy Tapes” estreou recentemente, o que é que o formato ficcional deste filme permitiu explorar que seja diferente do documentário?
Joe: Sim, é estranho que tenha feito uma série do mesmo tema, que saiu ao mesmo tempo que este filme. Gostava de dizer que estava nos planos, mas acontece que ambos os projectos chegaram até mim e tudo resultou. Mas foi bastante fortuito, porque a série “Ted Bundy Tapes” é um salto para a mente de um assassino, e nós não poupamos nos detalhes. Por isso, se quiserem saber todas as coisas que o Ted fez, desde o início, e o quão mau ele era, devem definitivamente ver.
E este filme, para mim, representa o outro lado. Não estava interessado em fazer um filme sobre um assassino em série como os que já existem. Isso já foi feito de forma brilhante por tantos outros realizadores, e eu teria medo de arriscar. E, como eu disse no início, eu queria explorar o como é ser enganado. Este é um filme sobre como as vítimas se tornam vítimas, como as vítimas são enganadas. E a maioria das vítimas não sobreviveu, porque o Ted usou o seu charme para atraí-las para a sua morte. Como o Ted diz no final do filme, as pessoas querem pensar que um assassino em série aparece das sombras, com longas presas e sangue a escorrer pelo queixo. Não é assim que acontece. São as pessoas que menos se espera. Quer seja um padre que comete pedofilia, e depois vai dar a missa no dia seguinte. Francamente, um director de uma empresa poluidora, que se deita à noite, tem uma família maravilhosa e é uma boa pessoa para todos os que o conhecem, mas que sabe estar a matar 20 ou 30 mil pessoas, por não fazer a coisa certa.
Há um comportamento patológico contínuo. Queremos pensar que o assassínio em série é uma coisa diferente e bizarra, mas é o contínuo deste tipo de comportamento. E isso significa que são seres humanos em 3 dimensões. E se queremos compreender como estes humanos funcionam, temos que vê-los não como monstros de 2 dimensões, mas como seres humanos de 3 dimensões, para conseguir perceber como as pessoas se tornam vítimas. E foi isso que o filme me permitiu fazer.

Moderador: Para o Zac e a Lily – Visto que cada um de vós está a protagonizar pessoas reais, como é que isso influenciou o vosso método de preparação para o papel, especialmente tendo em conta toda a cobertura mediática?
Zac: Penso que foi muito útil para mim, eu gostei de ver. Foi assustador, muito assustador. Honestamente, eu vi mais agora com as Ted Bundy Tapes. Deviam mesmo ver o documentário, é óptimo. Mas sim, eu acho que foi interessante. Não queria chegar ao ponto de fazer uma imitação, de tentar passar por alguém que só vi em vídeos. Fiquei contente de termos os mesmos… maneirismos? Nós meio que fazemos as mesmas coisas às vezes. (Fica atrapalhado)
Lily: Carisma?
Zac: Carisma. Ok, é carisma, está tudo bem então. Mas sim, foi muito interessante. Mas eu não queria glorificar ou glamorizar o Ted Bundy, de forma alguma. O que ele fez foi horrível, e a melhor parte, eu acho – Não a melhor, mas a parte mais intrigante do personagem para mim foi no final, quando ele olha para a Liz e diz “Eu não sou aquela pessoa”, ele quer mesmo acreditar. Mas ele é. Espero ter respondido à questão.
Lily: Eu fiz o papel de Elizabeth, que ainda está viva, o que é muito raro numa vítima. Eu e o Joe tivemos o privilégio de visitar a Elizabeth e a Molly, a sua filha. Elas também visitaram o local de filmagens. Mas nós queríamos ir antes, como preparação, e sentámo-nos com ela, e ela foi buscar estes álbuns de fotos que nunca ninguém teve o privilégio de ver antes.
Então, eu e o Joe estávamos a olhar para estas imagens de um Ted feliz, e fotos que supostamente seriam de uma família feliz, mas sabendo tudo o que aconteceu, o que estava a acontecer naquela altura, foi bastante perturbador. E ela perguntou “Estarias interessada em ler as cartas de amor que ele me escreveu?”, e então ela deu-me uma capa cheia de cartas escritas à mão. E sabem quando se costumava escrever em papel, com uma canela, se carregasse muito com a caneta, dava para sentir a emoção. Eu conseguia sentir o amor e a raiva, e foi uma experiência fora deste mundo.
O facto de ela ter pedido para passar tempo comigo, para me transmitir ideias e pensamentos, foi maravilhoso. Mas ao mesmo tempo é uma linha ténue, porque há coisas que ela nunca disse a ninguém.
Ela manteve-se discreta, por razões óbvias, por isso havia certas coisas que eu queria perguntar-lhe e certas coisas que ela me queria dizer. Por isso queria prestar homenagem a isso, mas também mantê-las na minha mente.
Não olhei para imagens de corpos, não li as coisas que ele fez, não olhei para imagens sangrentas, não fiz nada disso, porque a Liz não acreditava que ele o tinha feito. Não vi nenhumas imagens, por isso aquele momento que a Liz vê aquela foto passado uma década, foi o momento que tu (Joe) me deste uma foto, momentos antes de eu ir pelo corredor. Por isso estava a ir pelo corredor e sentia toda a emoção da Liz. Por isso, preparei-me, mas ao mesmo tempo não.

Audiência: Houve alguma hesitação na interpretação do personagem?
Joe: Hesitação no casting ou hesitação por ele?
Audiência: Casting.
Joe: Não, o Zac foi a minha primeira escolha, e quando ele disse que sim, eu não podia acreditar. Eu sabia que o Zac tinha a capacidade para este papel, e senti que era uma oportunidade para ele fazer algo que nunca tinha feito antes. Mas eu tinha a certeza que ele tinha a capacidade de o fazer, e aqui estamos. O Zac é muito corajoso. Peço desculpa por dizer isto, mas ele é o ídolo adolescente para muitas mulheres, incluindo a minha filha. Ela teve uma cena no filme com ele na biblioteca e estava tão entusiasmada.
Zac: Ela arrasou!
Lily: Ela arrasou. Ela era a rapariga que se levantou e foi-se embora, de forma fantástica. Ela está a estudar em Londres, pai orgulhoso.
Joe: A minha outra filha é uma das groupies do Bundy que aqui está – Diz ‘Olá’ Sarah. Na verdade tenho de divagar por um momento, tenho uma história engraçada.
Quando a minha filha tinha cerca de 11 anos, virou-se para mim e disse – ela não o queria dizer, mas às vezes os miúdos dizem coisas. Porque na altura apenas tinha feito documentários – ela disse “Quando é que vais fazer um filme de verdade e ser legítimo?” e ainda por cima, o quarto dela, das idades de 4 a 15, tinha posters do Zac Efron por todo o lado.
Por isso liguei-lhe, ela que não queria saber dos filmes, que estuda ciência dos materiais no MIT, liguei-lhe e disse “Hey, já agora, eu sou legítimo e tu queres fazer uma cena com o Zac Efron?” e agora sou o melhor pai do mundo que alguma vez existiu. É por isso que eu queria fazer o filme.
Joe: Estamos a subverter a percepção do Zac no mundo, e para o Zac corajosamente se agarrar a isso, acho que é muito bom. Estava interessado nisso, e claro que nunca o faria se soubesse que ele não o conseguia fazer. Na realidade, toda a gente fez um óptimo trabalho, foi um esforço de grupo.

Audiência: Como é que surgiu a oportunidade de fazer o filme e o documentário ao mesmo tempo e se foi cansativo fazer os dois ao mesmo tempo?
Joe: Não foi cansativo, foi negro. Às vezes a brincar, digo aos meus amigos que se olharem para a minha filmografia, tenho dois temas: Assassínio e música. E agora tenho de ir fazer um filme de música, porque tem sido bastante negro nos últimos anos. Mas tudo aconteceu por coincidência. O Stephen Michaud, autor de “Conversas com um assassino”, enviou-nos as cassetes, ele disse que era fã do meu trabalho. Ele disse “Achas que tem alguma coisa aqui?”, eu ouvi as cassetes e achei que tinha algo especial. Isso foi por volta de Fevereiro de 2017. E depois em Abril estava a almoçar com o Michael Cooper, o meu agente na CAA e os meus outros representantes, estávamos a falar da série e que eu gostava de tentar fazer um filme novamente, um filme com guião. E o Michael Cooper disse “Porquê que não lês o guião?”. O guião é óptimo, e estou tão agradecido que apareceu na minha vida, mas aquele guião estava na lista negra de Hollywood. É um guião que as pessoas em Hollywood gostam muito, mas que por algum motivo, têm dificuldade em torná-lo realidade. Por isso o Michael sacudiu-lhe o pó, enviou-mo e disse “O que é que achas?”. Adorei imediatamente. Rapidamente falei com o Zac, e rapidamente ele disse que sim. E lendo o guião, enviando-o para o Zac, achei que eram os primeiros passos num processo de vários anos. Mas eu li o guião a meio de Abril e cerca de cinco semanas depois já tinha o Zac e a Lily, a Voltage apareceu para financiar o filme. Por isso em cinco semanas já tinha um filme, sem saber do guião cinco semanas antes. Aconteceu tudo muito rápido. Toda a gente me apoiou quando estava a fazer o filme e o quando o documentário estava a ser editado. Mas na verdade foi um óptimo recurso para o filme, porque quando estávamos a reescrever o guião, qualquer parte da história que precisássemos de saber, tínhamos a equipa do documentário para nos enviar fotos, por isso trabalham bem juntos. É essa a história.

Audiência: Última pergunta: Sobre a cena com os dentes, foi uma pista?
Joe: Não, não. Há uma história engraçada. Eles estavam a tirar uma foto dos dentes dele, porque o xerife reparou que num dos cadáveres das vítimas tinha uma dupla marca branca, e eles tinham uma teoria e então iam tirar uma foto dos dentes do Bundy. Por isso eles pediram uma ordem judicial e um mandato de busca à boca dele. E eles tinham os documentos e o conhecimento para lhe fazerem isso. Por isso eles tiraram fotos aos dentes dele, e essa foi a prova.
A parte fascinante deste caso é que ele é obviamente culpado, mas o caso contra ele era bastante fraco, não havia muitas provas forenses, era tudo muito circunstancial. Uma das coisas fascinantes, para mim, porque passei grande parte do meu tempo a advogar pela justiça criminal e todas as razões para uma condenação injusta, incluindo más evidências forenses, e aquela foi a primeira vez que uma evidência com marcas de dentes foi alguma vez utilizada num julgamento. E esse tipo de evidência foi revelada como uma ciência geral e nunca seria aceite em tribunal hoje em dia. Mas aquela foi a evidência que os jurados acharam a mais esmagadora e persuasiva, mas se ele fosse julgado hoje em dia, não tenho a certeza se seria condenado, o que é assustador.
Zac: Obrigada a todos. Adoro-vos, obrigada!

Podem ver o vídeo do Q&A aqui em baixo:



05/02/2019

Depois da estreia de Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile no Sundance Film Festival foram escritas várias críticas ao filme, assim como à interpretação do Zac Efron no papel de Ted Bundy.

Leiam em baixo a tradução de alguns excertos.

The Hollywood Reporter:

“Não quero dizer que o Zac Efron nasceu para interpretar Ted Bundy, mas o ex-galã adolescente de High School Musical é mais do que um pouco convincente como o sedutor, prolífico e diabólico assassino em série.”

JoBlo

“Dar o papel de Bundy a Efron é inteligente […] Ele sempre foi um bom ator e está claramente a aproveitar esta oportunidade para se mostrar, e é o desempenho dele que, no final das contas, torna este filme em algo imperdível.”

Collider

“Efron é perfeito no filme, entregando o melhor desempenho da sua carreira até agora. Ele incorpora Bundy com um charme inegável e simpatia, mas nunca inclinando a balança para glorificar o homem. O que é brilhante sobre o desempenho dele é como ele subtilmente deixa o público entrar na fachada que Bundy está a colocar. Podes ver que ele é encantador, claro, mas também podes dizer que algo se esconde bem debaixo daquele sorriso que é uma riqueza de ansiedade e raiva.”

Variety

“Então, que tal se saiu o Zac Efron como Bundy? Acho que ele saiu surpreendentemente bem: controlado, magnético, audacioso, comprometido e assustadoramente correto. Com o seu cabelo mais longo numa espécie de Bert Convy, Efron parece bem, ele usa o seu carisma insidioso para nos agarrar desde o inicio […] Ted é um tipo de ator, um maníaco a desempenhar um papel, mas a fazer isto com tanta sinceridade e talento que não é apenas um papel. É a pessoa que uma parte dele quer ser.”

We Live Entertainment:

“Um conto hipnotizante de um homem carismático e a natureza encantadora do seu charme, apesar do monstro que vivia dentro dele. Efron dá uma performance que pode mudar o resto da sua carreira e deixa o público atordoado.”

Little White Lies:

“A estrela do filme é, sem dúvida, Efron, que capta o charme e traço manipulativo que permitiu Bundy de assassinar mais de 30 mulheres em sete estados ao longo de um período de quatro anos. É uma performance teatral e absorvente que funciona em parte por causa da celebridade culta de Efron, mas também porque ele consegue transmitir algo escuro e sinistro à espreita sob a superfície polida.”

/Film:

“Bundy é interpretado por Zac Efron, e enquanto o ator é um pouco bonito demais para interpretar o personagem, ele prega a peça de uma forma absolutamente estranha. É uma performance transformadora – Efron assume os maneirismos de Bundy perfeitamente, a ponto de não parecer mais que estamos a assistir Efron – estamos a assistir Bundy a ressuscitar da sepultura. Efron tem feito um bom trabalho em filmes há algum tempo, mas aqui, ele dá o melhor desempenho de sua carreira.”

The Wrap:

“Efron é incrivelmente convincente na interpretação mais psicologica e com camadas da sua carreira. A ‘persona’ do ator posicionou-o como a escolha perfeita para personificar o tipo de mal que se projeta sob uma fachada saudável. cuidadosamente embalada para auto-preservação de Bundy.”

We Got This Covered:

“Zac Efron tem estado muito bem recentemente, quando se trata de abandonar o seu status de galã adolescente, provando-se como um ator de comédia confiável com a ocasional parte dramática. Mas o seu mais recente papel como Ted Bundy pode colocar essa imagem de ex ator da Disney a descansar para sempre.”



01/02/2019

Leiam em baixo a tradução de uma entrevista do Zac Efron e do realizador Joe Berlinger para a Variety onde os dois falam sobre a escolha do ator para o papel de Ted Bundy em Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile e sobre o que fez o ator aceitar este mesmo papel:

Zac Efron não tinha a certeza se poderia interpretar Ted Bundy em “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”. “Inicialmente, tive reservas sobre interpretar um assassino em série”, diz Efron à Variety na sua primeira entrevista sobre o projeto. “Já vi pessoas fazerem filmes com este tema que acabam por se transformar em filmes terror. E sempre têm muita morte. Acho que já vi isso demasiadas vezes.”

[…]

O papel é uma saída da rotina para Efron, que é mais conhecido pelos seus papéis mais amigáveis em comédias como “Neighbours” ou “Baywatch”. Há uma tradição de ex-estrelas da Disney de gravitar em direção a material escuro para provar o seu potencial. Mas isto não foi o que atraiu Efron a este projeto. “Este filme é realmente sobre um ser humano, alguém que talvez pudesse ser meu amigo. É uma história de amor de uma perspectiva única. Nunca vi isto antes. É intrigante para mim. Acho que é mais psicológico e mais que um pensamento.”

O mês de janeiro marca o 30º aniversário da execução de Bundy, e há um interesse renovado nos seus crimes. Curiosamente, os dois projetos Bundy de alto perfil são da mesma pessoa. Os documentários da Netflix “Conversas com um assassino: As gravações de Ted Bundy” foram também realizadas por Joe Berlinger. “Passei os últimos dois anos profundamente imerso em Bundy, com guiões e sem guiões”, diz Berlinger. Para o seu primeiro filme narrativo, no qual Berlinger estava a trabalhar na mesma época, ele sabia como queria abordar a vida de Bundy.

“Apenas achei que era uma forma interessante de contar a história, para transformar o género dos pés à cabeça”, diz Berlinger, que tem uma longa carreira a fazer documentários sobre crimes reais, incluindo a série “Paradise Lost”. “Não estamos com Ted enquanto ele está a cometer os crimes.” Berlinger decidiu concentrar-se no relacionamento de Bundy com a sua namorada de longa data. “O que eu queria fazer é colocar a questão: será um psicopata é capaz de amar? Por é que ele não a matou?”

Ao contrário da maioria dos filmes independentes, “Extremely Wicked” formou-se rapidamente. Berlinger leu o guião dos seus agentes na CAA e gostou da ideia de ter o Zac Efron como Bundy, porque jogava contra a sua personagem agradável. “Ele tem 37 milhões de seguidores no Instagram e é seguido por uma certa idade de jovens mulheres”, diz Berlinger. “Como o personagem de Bundy está tão envolvido no seu sex appeal e charme, adorei a ideia de subverter o charme sexual e o charme do Zac.”, diz Berlinger. “Estava a caminho da África do Sul, prestes a descolar do JFK, quando recebo um email dos meus agentes a dizer que o Zac Efron pode querer dar uma vista de olhos no guião, respondi ‘Uau, ótima ideia. Dada a natureza do guião, ele seria perfeito. Claro, envia-lhe o guião’, 36 horas depois recebo um novo email: ‘Zac já leu o guião, e adora, quer falar contigo.’ Demoramos um pouco para nos encontrar mas finalmente tivemos uma ótima conversa de duas horas.”

Efron teve que passar por uma transformação física dramática para interpretar Bundy. Só comeu alimentos à base de plantas para emagrecer. “Perdi 13 quilos”, diz Efron. “Foi uma grande transformação e mudança de estilo de vida. Tenho uma bicicleta de estrada que ando por aí, bem, em todo lugar. Todas as manhãs levantava e andava de bicicleta por uma hora e assistia a um episódico de “Ozark”. Não estava a comer carbonatos. Controlei realmente a minha dieta.”

O ator estudou filmagens de Bundy no seu julgamento. “Algo clicou muito cedo, e foi muito assustador”, diz Efron. “Era como se o Ted e eu tivéssemos um pouco em comum na forma como nos mexíamos. Existem alguns maneirismos. Podes dizer que ele é um pouco tímido. Ele é meio tímido. Ele é um homem bem falado, mas esconde a sua ansiedade com um sorriso. Não queria fazer muita imitação.”

Como parte da sua pesquisa, Efron também passou algum tempo a conversar com pessoas que conheciam Bundy. “Muitos deles ficaram chocados”, diz Efron. “Eles não podiam acreditar que um indivíduo tão calmo, agradável, inteligente, sorridente e calmo fosse responsável por crimes tão terríveis e horríveis. E isso torna-o ainda mais fascinante, porque na verdade ele era amado por quase todos ao seu redor. Até mesmo as pessoas na prisão aproveitavam o seu tempo com Ted Bundy.”

Efron sabia que tinha que andar numa linha fina com o filme. ” Sinto-me responsável por garantir que este filme não seja uma celebração de Ted Bundy”, diz Efron. “Ou uma glorificação dele. Mas, definitivamente, um estudo psicológico de quem era essa pessoa. Nisso, há honestidade.”



13/01/2019

Podem ler aqui um artigo da revista PEOPLE, onde o Zac Efron fala sobre a sua rotina de exercícios e a sua parceria com a Amazon Sports.

Zac Efron diz que o seu treino para os filmes não é uma forma de exercício para o dia-a-dia

O Zac Efron pode ser famoso pela sua figura atlética em filmes como o Baywatch e Dirty Grandpa, mas o actor diz que o seu regime de treino para os filmes não deve fazer parte de uma rotina normal.  

O actor de 31 anos, que se juntou à Amazon Sports para criar uma lista dos seus artigos de fitness preferidos, disse à PEOPLE que leva o treino para os filmes “Como um evento Olímpico”.

É definitivamente divertido, porque dás tudo em termos de ética de trabalho e vês até onde consegues ir”, diz ele. “É por um período limitado de tempo, mas não considero que seja uma forma saudável ou normal de treinar no dia-a-dia”.

Mesmo estando numa forma física impecável em alguns dos seus papéis, Efron diz que por vezes sofria mentalmente.

O meu humor andava terrível”, diz ele. “Em retrospectiva, posso olhar para trás e dizer isso. As pessoas não me diziam nada, mas eu conseguia sentir a falta de hidratos de carbono”.

A estrela de Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile diz que quando não está a filmar, a sua rotina é bastante diferente.

É tão melhor estar de folga e estar livre. Adoro poder acordar e fazer o que quiser. Não me sinto obrigado a treinar ou a comer determinada coisa”, diz ele. Apesar de tentar exercitar-se todos os dias, o seu foco principal é treinar a mobilidade e aumentar a quantidade de alongamentos na sua rotina diária.

Eu quero poder fazer tudo, ser capaz de fazer o que a vida precisar que faça, por isso faço tantos alongamentos como exercícios”, diz ele.

Quando está na estrada ou a viajar, Efron gosta de se exercitar ao ar livre ou treinar usando equipamentos como bandas de resistência, um tapete de ginástica e auriculares sem fios. Outros dos seus produtos favoritos presentes na sua lista da Amazon Sports incluem uma bola medicinal, um rolo de espuma e a liquidificadora Vitamix.

Já encomendei muita coisa e sei que funciona, e é super eficaz, e é uma óptima forma de conseguir manter-me motivado em diferentes momentos da minha vida”, diz ele.

Podem consultar a sua lista completa de produtos em www.amazon.com/zacefron.

Artigo original escrito por Jessica Fecteau