Zac Efron publica vídeos sobre a sua lesão no joelho

16 de Abril de 2019

Zac Efron publicou no passado dia 12 de abril um novo vídeo no seu canal de YouTube da série “Off The Grid” onde podemos ver como o ator se lesionou no joelho.

 

Foi partilhado hoje, 16 de abril, um novo vídeo no canal de YouTube do ator onde podemos acompanhar uma sessão de fisioterapia.

Publicado por: Juliana
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Nina Dobrev numa sessão de treino com o Zac Efron

7 de Abril de 2019

Foi partilhado na passada quinta feira um novo vídeo no canal de YouTube do Zac Efron. Desta vez o ator partilhou um vídeo da sua série “Gym Time” com a colaboração da atriz Nina Dobrev.

“O Gym Time é um programa semanal onde treino com atletas, celebridades e pessoas interessantes para ter uma noção de quem são e quais são os seus objetivos.”

Publicado por: Juliana
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Novo Projeto do Zac Efron no YouTube

30 de Março de 2019

O ator Zac Efron tem um novo projeto e será publicado todos os sábados, com vídeos extra a serem publicados durante a semana, no seu canal de YouTube!

O primeiro vídeo foi publicado hoje e pertence a uma das várias séries de vídeos que vamos poder ver no seu canal, “Off The Grid” será uma série que nos vai mostrar aventuras ao ar livre com o seu melhor amigo e irmão, Dylan. Vamos poder acompanhá-los enquanto os dois viajam pelo mundo e saem das suas zonas de conforto! Visualiza o primeiro vídeo em baixo:

Lê ainda uma descrição sobre o canal: “Olá Youtube! Lembra-te de verificar semanalmente a minha série de aventuras de viagens “Off the Grid” ou o meu programa de exercícios e entrevistas “Gym Time”. Podes esperar para ver aventuras, exercícios, nutrição e outros pedaços da minha vida. Espero que gostem e não se esqueçam de subscrever.”

Publicado por: Juliana
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“Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” é uma das grandes biografias para ver em 2019

6 de Março de 2019

Um artigo pela revista Vogue fala do filme Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile como uma das 10 grandes biografias a ver em 2019.

Deixamo-vos com a tradução de onde falam sobre o filme. Podem ler o artigo na integra aqui.

Tem havido um debate aceso à performance de Zac Efron como o assassino em série Ted Bundy, desde que Extremely Wicked, Shockingly Evil And Vile estreou no Festival Sundance em Janeiro – mas enquanto o filme de Joe Berlinger (Que será lançado no final deste ano) mostra a boa aparência e charme de Bundy, fá-lo por uma razão. A habilidade de Bundy para manipular a sua namorada Liz Kendall (Protagonizada por Lily Collins) e o público, mesmo depois das suas tendências assassinas virem ao de cima, é a chave da narrativa.

Texto original por Hayley Maitland

Publicado por: Elisabete
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Q&A de “Extremely Wicked” no Festival Sundance

14 de Fevereiro de 2019

Deixamo-vos o vídeo e a tradução do Q&A que Joe Berlinger, Zac Efron e Lily Collins deram no Festival de Cinema Sundance, no dia 26 de Janeiro, relativamente ao filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”.

Moderador: Joe, visto que a sua série “Ted Bundy Tapes” estreou recentemente, o que é que o formato ficcional deste filme permitiu explorar que seja diferente do documentário?
Joe: Sim, é estranho que tenha feito uma série do mesmo tema, que saiu ao mesmo tempo que este filme. Gostava de dizer que estava nos planos, mas acontece que ambos os projectos chegaram até mim e tudo resultou. Mas foi bastante fortuito, porque a série “Ted Bundy Tapes” é um salto para a mente de um assassino, e nós não poupamos nos detalhes. Por isso, se quiserem saber todas as coisas que o Ted fez, desde o início, e o quão mau ele era, devem definitivamente ver.
E este filme, para mim, representa o outro lado. Não estava interessado em fazer um filme sobre um assassino em série como os que já existem. Isso já foi feito de forma brilhante por tantos outros realizadores, e eu teria medo de arriscar. E, como eu disse no início, eu queria explorar o como é ser enganado. Este é um filme sobre como as vítimas se tornam vítimas, como as vítimas são enganadas. E a maioria das vítimas não sobreviveu, porque o Ted usou o seu charme para atraí-las para a sua morte. Como o Ted diz no final do filme, as pessoas querem pensar que um assassino em série aparece das sombras, com longas presas e sangue a escorrer pelo queixo. Não é assim que acontece. São as pessoas que menos se espera. Quer seja um padre que comete pedofilia, e depois vai dar a missa no dia seguinte. Francamente, um director de uma empresa poluidora, que se deita à noite, tem uma família maravilhosa e é uma boa pessoa para todos os que o conhecem, mas que sabe estar a matar 20 ou 30 mil pessoas, por não fazer a coisa certa.
Há um comportamento patológico contínuo. Queremos pensar que o assassínio em série é uma coisa diferente e bizarra, mas é o contínuo deste tipo de comportamento. E isso significa que são seres humanos em 3 dimensões. E se queremos compreender como estes humanos funcionam, temos que vê-los não como monstros de 2 dimensões, mas como seres humanos de 3 dimensões, para conseguir perceber como as pessoas se tornam vítimas. E foi isso que o filme me permitiu fazer.

Moderador: Para o Zac e a Lily – Visto que cada um de vós está a protagonizar pessoas reais, como é que isso influenciou o vosso método de preparação para o papel, especialmente tendo em conta toda a cobertura mediática?
Zac: Penso que foi muito útil para mim, eu gostei de ver. Foi assustador, muito assustador. Honestamente, eu vi mais agora com as Ted Bundy Tapes. Deviam mesmo ver o documentário, é óptimo. Mas sim, eu acho que foi interessante. Não queria chegar ao ponto de fazer uma imitação, de tentar passar por alguém que só vi em vídeos. Fiquei contente de termos os mesmos… maneirismos? Nós meio que fazemos as mesmas coisas às vezes. (Fica atrapalhado)
Lily: Carisma?
Zac: Carisma. Ok, é carisma, está tudo bem então. Mas sim, foi muito interessante. Mas eu não queria glorificar ou glamorizar o Ted Bundy, de forma alguma. O que ele fez foi horrível, e a melhor parte, eu acho – Não a melhor, mas a parte mais intrigante do personagem para mim foi no final, quando ele olha para a Liz e diz “Eu não sou aquela pessoa”, ele quer mesmo acreditar. Mas ele é. Espero ter respondido à questão.
Lily: Eu fiz o papel de Elizabeth, que ainda está viva, o que é muito raro numa vítima. Eu e o Joe tivemos o privilégio de visitar a Elizabeth e a Molly, a sua filha. Elas também visitaram o local de filmagens. Mas nós queríamos ir antes, como preparação, e sentámo-nos com ela, e ela foi buscar estes álbuns de fotos que nunca ninguém teve o privilégio de ver antes.
Então, eu e o Joe estávamos a olhar para estas imagens de um Ted feliz, e fotos que supostamente seriam de uma família feliz, mas sabendo tudo o que aconteceu, o que estava a acontecer naquela altura, foi bastante perturbador. E ela perguntou “Estarias interessada em ler as cartas de amor que ele me escreveu?”, e então ela deu-me uma capa cheia de cartas escritas à mão. E sabem quando se costumava escrever em papel, com uma canela, se carregasse muito com a caneta, dava para sentir a emoção. Eu conseguia sentir o amor e a raiva, e foi uma experiência fora deste mundo.
O facto de ela ter pedido para passar tempo comigo, para me transmitir ideias e pensamentos, foi maravilhoso. Mas ao mesmo tempo é uma linha ténue, porque há coisas que ela nunca disse a ninguém.
Ela manteve-se discreta, por razões óbvias, por isso havia certas coisas que eu queria perguntar-lhe e certas coisas que ela me queria dizer. Por isso queria prestar homenagem a isso, mas também mantê-las na minha mente.
Não olhei para imagens de corpos, não li as coisas que ele fez, não olhei para imagens sangrentas, não fiz nada disso, porque a Liz não acreditava que ele o tinha feito. Não vi nenhumas imagens, por isso aquele momento que a Liz vê aquela foto passado uma década, foi o momento que tu (Joe) me deste uma foto, momentos antes de eu ir pelo corredor. Por isso estava a ir pelo corredor e sentia toda a emoção da Liz. Por isso, preparei-me, mas ao mesmo tempo não.

Audiência: Houve alguma hesitação na interpretação do personagem?
Joe: Hesitação no casting ou hesitação por ele?
Audiência: Casting.
Joe: Não, o Zac foi a minha primeira escolha, e quando ele disse que sim, eu não podia acreditar. Eu sabia que o Zac tinha a capacidade para este papel, e senti que era uma oportunidade para ele fazer algo que nunca tinha feito antes. Mas eu tinha a certeza que ele tinha a capacidade de o fazer, e aqui estamos. O Zac é muito corajoso. Peço desculpa por dizer isto, mas ele é o ídolo adolescente para muitas mulheres, incluindo a minha filha. Ela teve uma cena no filme com ele na biblioteca e estava tão entusiasmada.
Zac: Ela arrasou!
Lily: Ela arrasou. Ela era a rapariga que se levantou e foi-se embora, de forma fantástica. Ela está a estudar em Londres, pai orgulhoso.
Joe: A minha outra filha é uma das groupies do Bundy que aqui está – Diz ‘Olá’ Sarah. Na verdade tenho de divagar por um momento, tenho uma história engraçada.
Quando a minha filha tinha cerca de 11 anos, virou-se para mim e disse – ela não o queria dizer, mas às vezes os miúdos dizem coisas. Porque na altura apenas tinha feito documentários – ela disse “Quando é que vais fazer um filme de verdade e ser legítimo?” e ainda por cima, o quarto dela, das idades de 4 a 15, tinha posters do Zac Efron por todo o lado.
Por isso liguei-lhe, ela que não queria saber dos filmes, que estuda ciência dos materiais no MIT, liguei-lhe e disse “Hey, já agora, eu sou legítimo e tu queres fazer uma cena com o Zac Efron?” e agora sou o melhor pai do mundo que alguma vez existiu. É por isso que eu queria fazer o filme.
Joe: Estamos a subverter a percepção do Zac no mundo, e para o Zac corajosamente se agarrar a isso, acho que é muito bom. Estava interessado nisso, e claro que nunca o faria se soubesse que ele não o conseguia fazer. Na realidade, toda a gente fez um óptimo trabalho, foi um esforço de grupo.

Audiência: Como é que surgiu a oportunidade de fazer o filme e o documentário ao mesmo tempo e se foi cansativo fazer os dois ao mesmo tempo?
Joe: Não foi cansativo, foi negro. Às vezes a brincar, digo aos meus amigos que se olharem para a minha filmografia, tenho dois temas: Assassínio e música. E agora tenho de ir fazer um filme de música, porque tem sido bastante negro nos últimos anos. Mas tudo aconteceu por coincidência. O Stephen Michaud, autor de “Conversas com um assassino”, enviou-nos as cassetes, ele disse que era fã do meu trabalho. Ele disse “Achas que tem alguma coisa aqui?”, eu ouvi as cassetes e achei que tinha algo especial. Isso foi por volta de Fevereiro de 2017. E depois em Abril estava a almoçar com o Michael Cooper, o meu agente na CAA e os meus outros representantes, estávamos a falar da série e que eu gostava de tentar fazer um filme novamente, um filme com guião. E o Michael Cooper disse “Porquê que não lês o guião?”. O guião é óptimo, e estou tão agradecido que apareceu na minha vida, mas aquele guião estava na lista negra de Hollywood. É um guião que as pessoas em Hollywood gostam muito, mas que por algum motivo, têm dificuldade em torná-lo realidade. Por isso o Michael sacudiu-lhe o pó, enviou-mo e disse “O que é que achas?”. Adorei imediatamente. Rapidamente falei com o Zac, e rapidamente ele disse que sim. E lendo o guião, enviando-o para o Zac, achei que eram os primeiros passos num processo de vários anos. Mas eu li o guião a meio de Abril e cerca de cinco semanas depois já tinha o Zac e a Lily, a Voltage apareceu para financiar o filme. Por isso em cinco semanas já tinha um filme, sem saber do guião cinco semanas antes. Aconteceu tudo muito rápido. Toda a gente me apoiou quando estava a fazer o filme e o quando o documentário estava a ser editado. Mas na verdade foi um óptimo recurso para o filme, porque quando estávamos a reescrever o guião, qualquer parte da história que precisássemos de saber, tínhamos a equipa do documentário para nos enviar fotos, por isso trabalham bem juntos. É essa a história.

Audiência: Última pergunta: Sobre a cena com os dentes, foi uma pista?
Joe: Não, não. Há uma história engraçada. Eles estavam a tirar uma foto dos dentes dele, porque o xerife reparou que num dos cadáveres das vítimas tinha uma dupla marca branca, e eles tinham uma teoria e então iam tirar uma foto dos dentes do Bundy. Por isso eles pediram uma ordem judicial e um mandato de busca à boca dele. E eles tinham os documentos e o conhecimento para lhe fazerem isso. Por isso eles tiraram fotos aos dentes dele, e essa foi a prova.
A parte fascinante deste caso é que ele é obviamente culpado, mas o caso contra ele era bastante fraco, não havia muitas provas forenses, era tudo muito circunstancial. Uma das coisas fascinantes, para mim, porque passei grande parte do meu tempo a advogar pela justiça criminal e todas as razões para uma condenação injusta, incluindo más evidências forenses, e aquela foi a primeira vez que uma evidência com marcas de dentes foi alguma vez utilizada num julgamento. E esse tipo de evidência foi revelada como uma ciência geral e nunca seria aceite em tribunal hoje em dia. Mas aquela foi a evidência que os jurados acharam a mais esmagadora e persuasiva, mas se ele fosse julgado hoje em dia, não tenho a certeza se seria condenado, o que é assustador.
Zac: Obrigada a todos. Adoro-vos, obrigada!

Podem ver o vídeo do Q&A aqui em baixo:

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“Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” no Mammoth Film Festival

11 de Fevereiro de 2019

Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile foi apresentado este sábado, 9 de fevereiro, no Mammoth Film Festival. Para além de estrear no festival, o filme recebeu um prémio do Grande Júri e o Zac Efron recebeu o prémio de Melhor Ator.

Publicado por: Juliana
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O que fez o Zac Efron aceitar interpretar Ted Bundy em “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”

1 de Fevereiro de 2019

Leiam em baixo a tradução de uma entrevista do Zac Efron e do realizador Joe Berlinger para a Variety onde os dois falam sobre a escolha do ator para o papel de Ted Bundy em Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile e sobre o que fez o ator aceitar este mesmo papel:

Zac Efron não tinha a certeza se poderia interpretar Ted Bundy em “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”. “Inicialmente, tive reservas sobre interpretar um assassino em série”, diz Efron à Variety na sua primeira entrevista sobre o projeto. “Já vi pessoas fazerem filmes com este tema que acabam por se transformar em filmes terror. E sempre têm muita morte. Acho que já vi isso demasiadas vezes.”

[…]

O papel é uma saída da rotina para Efron, que é mais conhecido pelos seus papéis mais amigáveis em comédias como “Neighbours” ou “Baywatch”. Há uma tradição de ex-estrelas da Disney de gravitar em direção a material escuro para provar o seu potencial. Mas isto não foi o que atraiu Efron a este projeto. “Este filme é realmente sobre um ser humano, alguém que talvez pudesse ser meu amigo. É uma história de amor de uma perspectiva única. Nunca vi isto antes. É intrigante para mim. Acho que é mais psicológico e mais que um pensamento.”

O mês de janeiro marca o 30º aniversário da execução de Bundy, e há um interesse renovado nos seus crimes. Curiosamente, os dois projetos Bundy de alto perfil são da mesma pessoa. Os documentários da Netflix “Conversas com um assassino: As gravações de Ted Bundy” foram também realizadas por Joe Berlinger. “Passei os últimos dois anos profundamente imerso em Bundy, com guiões e sem guiões”, diz Berlinger. Para o seu primeiro filme narrativo, no qual Berlinger estava a trabalhar na mesma época, ele sabia como queria abordar a vida de Bundy.

“Apenas achei que era uma forma interessante de contar a história, para transformar o género dos pés à cabeça”, diz Berlinger, que tem uma longa carreira a fazer documentários sobre crimes reais, incluindo a série “Paradise Lost”. “Não estamos com Ted enquanto ele está a cometer os crimes.” Berlinger decidiu concentrar-se no relacionamento de Bundy com a sua namorada de longa data. “O que eu queria fazer é colocar a questão: será um psicopata é capaz de amar? Por é que ele não a matou?”

Ao contrário da maioria dos filmes independentes, “Extremely Wicked” formou-se rapidamente. Berlinger leu o guião dos seus agentes na CAA e gostou da ideia de ter o Zac Efron como Bundy, porque jogava contra a sua personagem agradável. “Ele tem 37 milhões de seguidores no Instagram e é seguido por uma certa idade de jovens mulheres”, diz Berlinger. “Como o personagem de Bundy está tão envolvido no seu sex appeal e charme, adorei a ideia de subverter o charme sexual e o charme do Zac.”, diz Berlinger. “Estava a caminho da África do Sul, prestes a descolar do JFK, quando recebo um email dos meus agentes a dizer que o Zac Efron pode querer dar uma vista de olhos no guião, respondi ‘Uau, ótima ideia. Dada a natureza do guião, ele seria perfeito. Claro, envia-lhe o guião’, 36 horas depois recebo um novo email: ‘Zac já leu o guião, e adora, quer falar contigo.’ Demoramos um pouco para nos encontrar mas finalmente tivemos uma ótima conversa de duas horas.”

Efron teve que passar por uma transformação física dramática para interpretar Bundy. Só comeu alimentos à base de plantas para emagrecer. “Perdi 13 quilos”, diz Efron. “Foi uma grande transformação e mudança de estilo de vida. Tenho uma bicicleta de estrada que ando por aí, bem, em todo lugar. Todas as manhãs levantava e andava de bicicleta por uma hora e assistia a um episódico de “Ozark”. Não estava a comer carbonatos. Controlei realmente a minha dieta.”

O ator estudou filmagens de Bundy no seu julgamento. “Algo clicou muito cedo, e foi muito assustador”, diz Efron. “Era como se o Ted e eu tivéssemos um pouco em comum na forma como nos mexíamos. Existem alguns maneirismos. Podes dizer que ele é um pouco tímido. Ele é meio tímido. Ele é um homem bem falado, mas esconde a sua ansiedade com um sorriso. Não queria fazer muita imitação.”

Como parte da sua pesquisa, Efron também passou algum tempo a conversar com pessoas que conheciam Bundy. “Muitos deles ficaram chocados”, diz Efron. “Eles não podiam acreditar que um indivíduo tão calmo, agradável, inteligente, sorridente e calmo fosse responsável por crimes tão terríveis e horríveis. E isso torna-o ainda mais fascinante, porque na verdade ele era amado por quase todos ao seu redor. Até mesmo as pessoas na prisão aproveitavam o seu tempo com Ted Bundy.”

Efron sabia que tinha que andar numa linha fina com o filme. ” Sinto-me responsável por garantir que este filme não seja uma celebração de Ted Bundy”, diz Efron. “Ou uma glorificação dele. Mas, definitivamente, um estudo psicológico de quem era essa pessoa. Nisso, há honestidade.”

Publicado por: Juliana
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