O que dizem os críticos portugueses sobre “O Grande Showman”?

9 de Janeiro de 2018

Reunimos nesta publicação excertos de artigos escritos por críticos portugueses sobre o filme O Grande Showman. Leiam em baixo as críticas:

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A escolha das músicas que acompanham o filme foi acertada e vai captar a atenção mesmo do público mais jovem. As músicas soam claramente ao século XXI e entram facilmente no ouvido. Em poucos minutos de filme estamos a marcar o ritmo batendo com o pé no chão. Ao mesmo tempo, a modernidade da banda sonora não choca com a acção passada no século XIX, e que está impecavelmente retratada nos cenários e no guarda-roupa. Os momentos musicais estão perfeitamente encaixados na acção e aparecem de forma natural, sem nunca parecerem forçados e nunca se tornando enfadonhos. As coreografias são equilibradas e apropriadas a cada momento do filme, com destaque para os momentos de acção no circo, com toda a trupe a dançar e a cantar em uníssono o que lhe vai na alma. Tudo no filme tem ritmo, desde os passos de alguém na rua até aos movimentos repetidos e mecânicos do trabalho enfadonho que um ainda jovem Barnon tem num escritório.

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O Grande Showman é a história do menino pobre que conseguiu ter sucesso e tornar-se rico, para depois descobrir que sempre teve ao seu lado aquilo que realmente importa ter: uma família. É uma das agradáveis surpresas cinematográficas de 2017 e um excelente filme para toda a família, enquadrando-se perfeitamente na actual quadra festiva. Vai vê-lo e ouvi-lo.

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Visualmente, “O Grande Showman” tem pouco que o recomende, sendo que tanto os cenários como os figurinos parecem ser uma versão diet da folia de Baz Luhrmann só que desprovidos da lógica e coerência interna que guia os projetos desse visionário australiano. No entanto, a sua grande redenção estética vem sob a forma da fotografia de Seamus McGarvey que denota uma teatralidade luxuriante a atraente, especialmente no que diz respeito à iluminação dos grandes números musicais. A montagem, que foi feita por seis pessoas diferentes, também tem os seus momentos de grandeza, exibindo, acima de tudo, uma estupenda facilidade em mover a história a uma velocidade fulminante. É difícil cairmos nas profundezas do tédio quando vemos “O Grande Showman” pois o filme nunca nos dá tempo para sequer ficarmos aborrecidos. Isto, obviamente, também origina problemas, como a rapidez com que Barnum resolve um conflito matrimonial no terceiro ato da narrativa.

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Pela sua parte, o elenco mostra-se sempre apto a elevar as músicas. Rebecca Ferguson, como a cantora sueca Jenny Lind, é especialmente formidável, compensando o facto de a sua voz ter sido dobrada nos números musicais com alguns momentos de lipsync extraordinariamente dramáticos. Também ajuda, claro está, que Lynd canta a melhor canção do filme, “Never Enough”. Outros atores abençoados com um grande número musical, desta vez ao nível da coreografia, são Zac Efron e Zendaya. Como um menino rico da alta sociedade nova-iorquina e uma trapezista afro-americana cuja paixão é posta à prova por preconceitos racistas e classistas, os dois atores são espetaculares explosões de carisma e poder de estrela.

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“O Grande Showman” é uma reinterpretação cinicamente idealizada da vida de P.T. Barnum que, apesar de tudo, é um musical pop energético e divertido. Hugh Jackman lidera um elenco muitas vezes desperdiçado num argumento pueril, mas o filme seria bastante melhor se Zac Efron estivesse no centro deste circo e não o ator australiano famoso por interpretar Wolverine.

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Apesar de contar uma história que já aconteceu há algum tempo, este filme pode mostrar também uma realidade atual. Todas as personagens presentes são diferentes e estão a lutar para serem aceites pelas massas. Usando uma das frases do filme, este mostra uma verdadeira “celebração da Humanidade” e realça que ser diferente não é mau.

Outro dos destaques do filme são as interpretações dos atores e a química que existe entre todos eles. Sentimos que Hugh Jackman é o centro das atenções, mas também Zac Efron (que interpreta um jovem da alta sociedade) e Zendaya (uma trapezista africana que é alvo de racismo) são capazes de se fazer marcar neste filme – especialmente durante a coreografia da música “Rewrite the Stars”.

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Publicado por: Juliana
Categorias: Artigos, Filmes, Greatest Showman, Portugal, Zac Efron
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