Sejam bem vindos ao site Zac Efron Portugal, desde 2008 a apoiar o ator Zac Efron em português. Neste site, criado por fãs, podem encontrar as últimas notícias, fotos e vídeos dos projetos profissionais e pessoais do ator.

Explorem o conteúdo do site, descobram mais acerca do Zac Efron e da equipa do site, e naveguem no mar de fotos que temos disponíveis na nossa galeria!


21/06/2020

George Floyd era um homem afro-americano que foi assassinado no dia 25 de Maio de 2020, por um polícia que se ajoelhou no seu pescoço durante 8 minutos e 46 segundos e o sufocou. Foi filmado e criou uma onda de revolta, ao lembrar-nos que o racismo ainda está muito presente na nossa sociedade. O polícia, Derek Chauvin, foi despedido e acusado de homicídio, devido aos protestos que pediam justiça pela morte de George Floyd.

O movimento Black Lives Matter é um movimento activista internacional, que surgiu em 2013, após a absolvição de George Zimmerman, um vigilante de bairro, que matou a tiro o adolescente afro-americano Trayvon Martin.

O Black Lives Matter começou como uma luta contra a brutalidade policial norte-americana e transformou-se num movimento mundial contra a violência direccionada a pessoas negras, uma luta contra o racismo.

Podem ver neste link formas de ajudar. Contém informação sobre o movimento, sobre os protestos, que petições podem assinar, onde podem doar dinheiro, e outras formas de ajudar.

Por favor não parem de lutar: As vidas negras importam! 



21/04/2020

O Discovery anunciou a sua programação para celebrar o Dia Mundial da Terra (Earth Day) no dia 22 de Abril, com um especial ambiental com o Zac Efron e apresentado por Zach King, a estrela do Vine e Tik Tok, soube o TheWrap em exclusivo.

Entitulado como “The Great Global Clean Up”, Efron e King irão juntar-se a celebridades como Lil Dicky, Liza Koshy e Cody Simpson, para falar sobre os esforços que estão a ser feitos para limpar o nosso planeta. O especial vai viajar para diferentes locais pelo mundo, incluindo a limpeza de uma praia na cidade Natal de Efron, na Califórnia. Efron vai também entrevistar Denis Hayes, que fundou o Dia Mundial da Terra em 1970.

“The Great Global Cleanup” vai estrear no dia 22 de Abril às 21h, seguido de um episódio de uma hora do programa “Josh Gates Tonight”, onde Gates irá entrevistar celebridades e especialistas do ambiente sobre o seu compromisso em preservar o planeta Terra.

Fonte: The Wrap

Ainda não há data prevista de estreia em Portugal. Podem ver aqui um alguns excertos:



15/04/2020

Podem ler aqui um artigo do Deadline, que fala sobre o especial da Disney que vai acontecer no dia 16 de Abril, onde Zac Efron vai participar:

Kenny Ortega reune o elenco de High School Musical para um ‘Disney Family Sing-along’. Zac Efron junta-se ao especial da ABC.

Quando a ABC e Bob Iger pediram ao director da triologia do High School Musical, Kenny Ortega, para participar no especial The Disney Family Singalong, que se vai realizar do dia 16 de Abril, ele aceitou imediatamente.

Eu queria participar e foi bom receber a chamada da ABC, convidando-me a participar,” disse Ortega à Deadline. “Deu-me um motivo para levantar da cama todas as manhãs. Sinto-me muito bem por ter a oportunidade de fazer algo assim – é bom remédio”.

Ele falou com os actores e artistas dos filmes e série, e pediu-lhes para participarem numa épica performance de “We’re All In This Together”, para o especial. Entre os participantes, estão vários Wildcats de East High e Vanessa Hudgens, Ashley Tisdale, Corbin Bleu, Monique Coleman and Lucas Grabeel – que todos aceitaram participar de alguma forma. Como adição de última hora, o Zac Efron aceitou juntar-se ao grupo, com uma mensagem de vídeo que passará durante o especial.

Não conseguimos falar com o Zac mais tarde, mas quando falámos, ele aceitou imediatamente, claro,” disse Ortega. “Todos os que contactámos foram rápidos a responder – e verão no seu espírito e na maneira que todos se vão juntar”. (…)

Muitos vão cantar “We’re All In This Together”, uma frase que tem sido lema durante esta pandemia de Corona Virus. Ortega disse, “Estão a ouvir estas palavras cantadas – Enviaram-me videos de médicos, enfermeiros e profissionais de saúde com máscaras e roupas de trabalho, a cantar “We’re All In This Together” nos corredores dos hospitais.”.

Ortega disse também que além desses vídeos, há inumeros vídeos de pessoas de cada canto do mundo a cantarem e dançarem a popular música. “Acho que a Ashley [Tisdale] começou este movimento, com o vídeo que fez” disse Ortega. (…)

O Disney Family Singalong será apresentado por Ryan Seacrest no dia 16 de Abril, às 8 pm (Eastern Time), no canal ABC – Começará à 1h da manhã, horário de Portugal.

Podem saber mais sobre outros convidados e ler o artigo completo em inglês em Deadline.



08/05/2019

Zac Efron disse em entrevista que se empenhou no papel para personificar o famoso assassino em série. “Perdi muito peso para este papel” disse o actor à Entertainment Weekly.

Na época do seu julgamento, o assassino Ted Bundy – que foi executado em 1989 – era visto como um psicopata charmoso, capaz de ganhar a confiança de todos os que o rodeavam e manipulá-los para seu próprio capricho.

Zac Efron diz que antes do filme conhecia pouco sobre a história de Ted Bundy e que a sua mãe ficou reticente ao saber do projecto.

Sabia que o nome era sinónimo de algo mau. Quando disse à minha mãe que estava a considerar o papel de Ted Bundy, ela fez um olhar assustado. Eu sabia o básico, o que esta geração sabe. Não vivemos naquela altura – mas é uma forma de explicar a história a esta geração.

Mas a minha mãe é um doce. Quando lhe disse que o filme não era uma representação do mal e das atrocidades, e que a história ia ser contada pela perspectiva da sua namorada da altura, ela ficou mais à vontade“.

O Zac Efron conta também que o ambiente era bastante diferente do processo de gravar o filme The Greatest Showman.

Era muito mais profundo e sério. O processo de gravar um filme é sempre uma aventura. Tendo obrigar-me a tentar coisas novas.

Tive de aprender a falar com uma dentadura, andava na minha bicicleta de exercícios todas as manhãs e via todo o tipo de coisas pesadas. Passámos muito tempo numa prisão. E sei que não quero voltar a passar. Foi só umas horas, mas foi chocante“.

Fez um esforço muito grande para se conseguir separar do personagem real que estava a protagonizar.

Fiz exercícios de respiração e meditação. Era a única forma. Fazia meditação transcendental a caminho de casa. Mas nunca conseguia libertar-me totalmente. Parte de mim sabia que amanhã era o Ted novamente“.

O filme Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile chega aos cinemas portugueses no dia 16 de Maio.

Fontes: Metro News, Entertainment Weekly



26/03/2019

O filme The Beach Bum marcará a abertura do Festival IndieLisboa, com a sua antestreia nacional marcada para o dia 2 de Maio, no Cinema de São Jorge.

O valor do bilhete normal para ver o filme será de 4,50€. Até aos 30 anos, o valor é de 3,50€.

O festival irá realizar-se de 2 a 12 de Maio de 2019, vários cinemas da cidade de Lisboa. Para mais informações, podem consultar o site oficial do festival.

O filme tem a sua estreia nos cinemas portugueses a 9 de Maio.



19/03/2019

O filme Extremely Wicked, Shockingly Evil And Vile será um dos grandes filmes de 2019 presentes no Festival de Cinema Tribeca, que decorre de 24 de Abril a 5 de Maio de 2019, em Nova Iorque.

O filme será apresentado no dia 2 de Maio de 2019, às 21h (Às 2h da manhã em Portugal).

Podem consultar este link para mais informações e para ver outros filmes presentes no Festival.



06/03/2019

Um artigo pela revista Vogue fala do filme Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile como uma das 10 grandes biografias a ver em 2019.

Deixamo-vos com a tradução de onde falam sobre o filme. Podem ler o artigo na integra aqui.

Tem havido um debate aceso à performance de Zac Efron como o assassino em série Ted Bundy, desde que Extremely Wicked, Shockingly Evil And Vile estreou no Festival Sundance em Janeiro – mas enquanto o filme de Joe Berlinger (Que será lançado no final deste ano) mostra a boa aparência e charme de Bundy, fá-lo por uma razão. A habilidade de Bundy para manipular a sua namorada Liz Kendall (Protagonizada por Lily Collins) e o público, mesmo depois das suas tendências assassinas virem ao de cima, é a chave da narrativa.

Texto original por Hayley Maitland



14/02/2019

Deixamo-vos o vídeo e a tradução do Q&A que Joe Berlinger, Zac Efron e Lily Collins deram no Festival de Cinema Sundance, no dia 26 de Janeiro, relativamente ao filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”.

Moderador: Joe, visto que a sua série “Ted Bundy Tapes” estreou recentemente, o que é que o formato ficcional deste filme permitiu explorar que seja diferente do documentário?
Joe: Sim, é estranho que tenha feito uma série do mesmo tema, que saiu ao mesmo tempo que este filme. Gostava de dizer que estava nos planos, mas acontece que ambos os projectos chegaram até mim e tudo resultou. Mas foi bastante fortuito, porque a série “Ted Bundy Tapes” é um salto para a mente de um assassino, e nós não poupamos nos detalhes. Por isso, se quiserem saber todas as coisas que o Ted fez, desde o início, e o quão mau ele era, devem definitivamente ver.
E este filme, para mim, representa o outro lado. Não estava interessado em fazer um filme sobre um assassino em série como os que já existem. Isso já foi feito de forma brilhante por tantos outros realizadores, e eu teria medo de arriscar. E, como eu disse no início, eu queria explorar o como é ser enganado. Este é um filme sobre como as vítimas se tornam vítimas, como as vítimas são enganadas. E a maioria das vítimas não sobreviveu, porque o Ted usou o seu charme para atraí-las para a sua morte. Como o Ted diz no final do filme, as pessoas querem pensar que um assassino em série aparece das sombras, com longas presas e sangue a escorrer pelo queixo. Não é assim que acontece. São as pessoas que menos se espera. Quer seja um padre que comete pedofilia, e depois vai dar a missa no dia seguinte. Francamente, um director de uma empresa poluidora, que se deita à noite, tem uma família maravilhosa e é uma boa pessoa para todos os que o conhecem, mas que sabe estar a matar 20 ou 30 mil pessoas, por não fazer a coisa certa.
Há um comportamento patológico contínuo. Queremos pensar que o assassínio em série é uma coisa diferente e bizarra, mas é o contínuo deste tipo de comportamento. E isso significa que são seres humanos em 3 dimensões. E se queremos compreender como estes humanos funcionam, temos que vê-los não como monstros de 2 dimensões, mas como seres humanos de 3 dimensões, para conseguir perceber como as pessoas se tornam vítimas. E foi isso que o filme me permitiu fazer.

Moderador: Para o Zac e a Lily – Visto que cada um de vós está a protagonizar pessoas reais, como é que isso influenciou o vosso método de preparação para o papel, especialmente tendo em conta toda a cobertura mediática?
Zac: Penso que foi muito útil para mim, eu gostei de ver. Foi assustador, muito assustador. Honestamente, eu vi mais agora com as Ted Bundy Tapes. Deviam mesmo ver o documentário, é óptimo. Mas sim, eu acho que foi interessante. Não queria chegar ao ponto de fazer uma imitação, de tentar passar por alguém que só vi em vídeos. Fiquei contente de termos os mesmos… maneirismos? Nós meio que fazemos as mesmas coisas às vezes. (Fica atrapalhado)
Lily: Carisma?
Zac: Carisma. Ok, é carisma, está tudo bem então. Mas sim, foi muito interessante. Mas eu não queria glorificar ou glamorizar o Ted Bundy, de forma alguma. O que ele fez foi horrível, e a melhor parte, eu acho – Não a melhor, mas a parte mais intrigante do personagem para mim foi no final, quando ele olha para a Liz e diz “Eu não sou aquela pessoa”, ele quer mesmo acreditar. Mas ele é. Espero ter respondido à questão.
Lily: Eu fiz o papel de Elizabeth, que ainda está viva, o que é muito raro numa vítima. Eu e o Joe tivemos o privilégio de visitar a Elizabeth e a Molly, a sua filha. Elas também visitaram o local de filmagens. Mas nós queríamos ir antes, como preparação, e sentámo-nos com ela, e ela foi buscar estes álbuns de fotos que nunca ninguém teve o privilégio de ver antes.
Então, eu e o Joe estávamos a olhar para estas imagens de um Ted feliz, e fotos que supostamente seriam de uma família feliz, mas sabendo tudo o que aconteceu, o que estava a acontecer naquela altura, foi bastante perturbador. E ela perguntou “Estarias interessada em ler as cartas de amor que ele me escreveu?”, e então ela deu-me uma capa cheia de cartas escritas à mão. E sabem quando se costumava escrever em papel, com uma canela, se carregasse muito com a caneta, dava para sentir a emoção. Eu conseguia sentir o amor e a raiva, e foi uma experiência fora deste mundo.
O facto de ela ter pedido para passar tempo comigo, para me transmitir ideias e pensamentos, foi maravilhoso. Mas ao mesmo tempo é uma linha ténue, porque há coisas que ela nunca disse a ninguém.
Ela manteve-se discreta, por razões óbvias, por isso havia certas coisas que eu queria perguntar-lhe e certas coisas que ela me queria dizer. Por isso queria prestar homenagem a isso, mas também mantê-las na minha mente.
Não olhei para imagens de corpos, não li as coisas que ele fez, não olhei para imagens sangrentas, não fiz nada disso, porque a Liz não acreditava que ele o tinha feito. Não vi nenhumas imagens, por isso aquele momento que a Liz vê aquela foto passado uma década, foi o momento que tu (Joe) me deste uma foto, momentos antes de eu ir pelo corredor. Por isso estava a ir pelo corredor e sentia toda a emoção da Liz. Por isso, preparei-me, mas ao mesmo tempo não.

Audiência: Houve alguma hesitação na interpretação do personagem?
Joe: Hesitação no casting ou hesitação por ele?
Audiência: Casting.
Joe: Não, o Zac foi a minha primeira escolha, e quando ele disse que sim, eu não podia acreditar. Eu sabia que o Zac tinha a capacidade para este papel, e senti que era uma oportunidade para ele fazer algo que nunca tinha feito antes. Mas eu tinha a certeza que ele tinha a capacidade de o fazer, e aqui estamos. O Zac é muito corajoso. Peço desculpa por dizer isto, mas ele é o ídolo adolescente para muitas mulheres, incluindo a minha filha. Ela teve uma cena no filme com ele na biblioteca e estava tão entusiasmada.
Zac: Ela arrasou!
Lily: Ela arrasou. Ela era a rapariga que se levantou e foi-se embora, de forma fantástica. Ela está a estudar em Londres, pai orgulhoso.
Joe: A minha outra filha é uma das groupies do Bundy que aqui está – Diz ‘Olá’ Sarah. Na verdade tenho de divagar por um momento, tenho uma história engraçada.
Quando a minha filha tinha cerca de 11 anos, virou-se para mim e disse – ela não o queria dizer, mas às vezes os miúdos dizem coisas. Porque na altura apenas tinha feito documentários – ela disse “Quando é que vais fazer um filme de verdade e ser legítimo?” e ainda por cima, o quarto dela, das idades de 4 a 15, tinha posters do Zac Efron por todo o lado.
Por isso liguei-lhe, ela que não queria saber dos filmes, que estuda ciência dos materiais no MIT, liguei-lhe e disse “Hey, já agora, eu sou legítimo e tu queres fazer uma cena com o Zac Efron?” e agora sou o melhor pai do mundo que alguma vez existiu. É por isso que eu queria fazer o filme.
Joe: Estamos a subverter a percepção do Zac no mundo, e para o Zac corajosamente se agarrar a isso, acho que é muito bom. Estava interessado nisso, e claro que nunca o faria se soubesse que ele não o conseguia fazer. Na realidade, toda a gente fez um óptimo trabalho, foi um esforço de grupo.

Audiência: Como é que surgiu a oportunidade de fazer o filme e o documentário ao mesmo tempo e se foi cansativo fazer os dois ao mesmo tempo?
Joe: Não foi cansativo, foi negro. Às vezes a brincar, digo aos meus amigos que se olharem para a minha filmografia, tenho dois temas: Assassínio e música. E agora tenho de ir fazer um filme de música, porque tem sido bastante negro nos últimos anos. Mas tudo aconteceu por coincidência. O Stephen Michaud, autor de “Conversas com um assassino”, enviou-nos as cassetes, ele disse que era fã do meu trabalho. Ele disse “Achas que tem alguma coisa aqui?”, eu ouvi as cassetes e achei que tinha algo especial. Isso foi por volta de Fevereiro de 2017. E depois em Abril estava a almoçar com o Michael Cooper, o meu agente na CAA e os meus outros representantes, estávamos a falar da série e que eu gostava de tentar fazer um filme novamente, um filme com guião. E o Michael Cooper disse “Porquê que não lês o guião?”. O guião é óptimo, e estou tão agradecido que apareceu na minha vida, mas aquele guião estava na lista negra de Hollywood. É um guião que as pessoas em Hollywood gostam muito, mas que por algum motivo, têm dificuldade em torná-lo realidade. Por isso o Michael sacudiu-lhe o pó, enviou-mo e disse “O que é que achas?”. Adorei imediatamente. Rapidamente falei com o Zac, e rapidamente ele disse que sim. E lendo o guião, enviando-o para o Zac, achei que eram os primeiros passos num processo de vários anos. Mas eu li o guião a meio de Abril e cerca de cinco semanas depois já tinha o Zac e a Lily, a Voltage apareceu para financiar o filme. Por isso em cinco semanas já tinha um filme, sem saber do guião cinco semanas antes. Aconteceu tudo muito rápido. Toda a gente me apoiou quando estava a fazer o filme e o quando o documentário estava a ser editado. Mas na verdade foi um óptimo recurso para o filme, porque quando estávamos a reescrever o guião, qualquer parte da história que precisássemos de saber, tínhamos a equipa do documentário para nos enviar fotos, por isso trabalham bem juntos. É essa a história.

Audiência: Última pergunta: Sobre a cena com os dentes, foi uma pista?
Joe: Não, não. Há uma história engraçada. Eles estavam a tirar uma foto dos dentes dele, porque o xerife reparou que num dos cadáveres das vítimas tinha uma dupla marca branca, e eles tinham uma teoria e então iam tirar uma foto dos dentes do Bundy. Por isso eles pediram uma ordem judicial e um mandato de busca à boca dele. E eles tinham os documentos e o conhecimento para lhe fazerem isso. Por isso eles tiraram fotos aos dentes dele, e essa foi a prova.
A parte fascinante deste caso é que ele é obviamente culpado, mas o caso contra ele era bastante fraco, não havia muitas provas forenses, era tudo muito circunstancial. Uma das coisas fascinantes, para mim, porque passei grande parte do meu tempo a advogar pela justiça criminal e todas as razões para uma condenação injusta, incluindo más evidências forenses, e aquela foi a primeira vez que uma evidência com marcas de dentes foi alguma vez utilizada num julgamento. E esse tipo de evidência foi revelada como uma ciência geral e nunca seria aceite em tribunal hoje em dia. Mas aquela foi a evidência que os jurados acharam a mais esmagadora e persuasiva, mas se ele fosse julgado hoje em dia, não tenho a certeza se seria condenado, o que é assustador.
Zac: Obrigada a todos. Adoro-vos, obrigada!

Podem ver o vídeo do Q&A aqui em baixo:



27/01/2019

[26 de janeiro] Deixamo-vos a entrevista que Joe Berlinger, Zac Efron e Lily Collins deram ao Los Angeles Times, no Sundance Film Festival.

O Zac Efron conta que inicialmente estava hesitante em aceitar o papel de Ted Bundy, e que ficou surpreendido ao ler o guião e perceber o que o filme seria.

Joe Berlinger, o director do filme, diz que o filme não pretende glorificar assassínos em série, mas sim contar a história de alguém que caiu na armadilha de um psicopata.

Vejam a entrevista na integra:



18/01/2019

O filme The Beach Bum terá a sua estreia mundial no Festival de Cinema SXSW, no dia 9 de Março de 2019. O Festival decorrerá de 8 a 17 de Março de 2019, em Austin – Texas.

O filme conta as aventuras de Moondog (Matthew McConaughey), um rebelde que vive a vida com as suas próprias regras. O Zac Efron faz o papel de Flicker, uma das personagens que Moondog conhece no seu percurso. Conta também com a participação de Snoop Dog, Isla Fisher e Martin Lawrence.

A estreia do filme em Portugal está prevista para dia 21 de Março de 2019, de acordo com o site IMDB.