Sejam bem vindos ao site Zac Efron Portugal, desde 2008 a apoiar o ator Zac Efron em português. Neste site, criado por fãs, podem encontrar as últimas notícias, fotos e vídeos dos projetos profissionais e pessoais do ator.

Explorem o conteúdo do site, descobram mais acerca do Zac Efron e da equipa do site, e naveguem no mar de fotos que temos disponíveis na nossa galeria!


09/08/2015

O site Vanity Fair voltou a escrever um artigo onde mencionava o Zac Efron, e fazia uma pequena ‘review’ sobre o mais recente filme do mesmo, We Are Your Friends.

Confiram:

Zac Efron magoa tão bem. Espera. Deixa-me reformular a frase para não parecer tão perversa. O que quero dizer é que, Zac Efron, um ator de aparentemente gama limitada, tem uma qualidade inata e totalmente sedutora que tem tendência em só aparecer quando uma personagem dele está em sofrimento. Em Charlie St. Cloud e The Lucky One, esses seus olhos azuis brilharam, todos cheios de água e tristes, e emoções que esses filmes não eram capazes de obter assim de repente, imediatamente, afetando. E em Neighbors, o rapaz da fraternidade atrevido e com swag não conseguia mascarar uma escuridão intrigante, uma dor profunda mas também fascinantemente com raiva, na qual Efron bem conseguiu comunicar com meras expressões faciais e posturas. Contudo, em resposta à sua quase cómica, ‘cartoonish’ boa aparência, Efron tornou-se num ator adepto de física; com a sua graça de dançarino e fumegantes, melancólicos olhares, aí está – e eu percebo que isto é um pouco ridiculo de se dizer – um ar de Buster Keaton nele.

Um problema com Neighbors é que precisou de um lado menos cativante de Efron: o jovial, pessoa que gosta de passar bons tempos e que parece sempre forçado. Mas no seu último filme, o drama de DJing ( e sim, é mesmo um drama) We Are Your Friends, Efron pôde passar o seu tempo a parecer esfomeado e desanimado, algo que se parece bem nele, e que funciona bem. O fator de Efron, e o estilo confidente do filme, faz com que We Are Your Friends, dirigido por Max Joseph, co apresentador e ‘cameraman’ da série televisiva Catfish, seja muito mais interessante na curiosidade dos fins de Agosto; uma triste meditação de milénio na ambição e falta de objetivo. Efron faz de Cole, um aspirante de DJ nos seus vinte e poucos anos, em San Francisco Valley com os seus amigos, que trabalham como promotores a part time de um clube, que inundam colégios para atrair raparigas bonitas para um evento de Quinta à noite onde Cole DJs num quarto ao lado.  […] Devido a música, de ser DJ, é E.D.M., aquelas sonhadoras batidas fortes de baixos, música de clubes, podes pensar que We Are Your Friends iria maioritariamente mostrar um clima amplificado de festa. Mas enquanto o Cole navega no seu caminho para a realização frágil, o tempo todo a trabalhar para encontrar o seu próprio estilo, o tom do filme é surpreendentemente sombrio.

Lembram-se quando o primeiro Magic Mike saiu e toda a gente foi surpreendida pelo seu melancólico, desvanecido, timbre de final de verão? We Are Your Friends é parecido, talvez apenas um pouco mais sombrio, até mesmo, com drogas e morte a aparecer na história, e o desempenho fascinante e curioso de Efron no centro. We Are Your Friends é divertido, mas encontra-se em frequências mais baixas do que se poderia esperar, com base nas prévias, de qualquer maneira. Quando Cole DJs parece que ele não se está a divertir muito. Ele não está apenas focado, ele está a sofrer por querer fazer manifestos dos seus impulsos criativos.

Numa cena, Cole dá-nos um tutorial sobre a pseudociência por detrás de obter a frequência cardíaca da multidão aumentar, então, sim, ele está a tentar fazer com que as pessoas dançem. Efron interpreta esse anseio interior, sem muitos golpes grantes, muitas vezes paralisado pela sua cadência de teatro e entrega, Efron aprendeu a ficar mais calmo, para colocar esses recursos várias vezes mencionados sobre si em uso. A dor de Cole cresce em conjunto com a intensidade do filme, até que ele finalmente chega a algo como aquele momento de nirvana. Mas naquele momento, em vez de nos dar algo triunfante, com um monte de bombeamentos de punhos e sorrisos de auto-satisfação, Cole chora. Efron chora. Nós choramos? Talvez. Alguns esquisitos entre nós, pelo menos, ficam um pouco chorosos. Porque, mesmo que o filme vacile com alguns ‘tropes’ fáceis – o seu arco é simples e principalmente previsível; Emily Ratajkowski faz para um interesse amoroso decididamente brando – a jornada emocional que Efron nos leva é estranhamente poderosa.




17 Responses to “REVIEW: “We Are Your Friends””

Leave a Reply